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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ISO 9001

 ISO 9001 - O QUE É E PARA QUE SERVE?



1) O SIGNIFICADO DA ISO 9001
A ISO 9001, é uma norma que têm como principal objetivo fornecer orientação no sentido de desenvolver e implementar um sistema de Gestão da Qualidade, visando melhorar a eficácia dos processos existentes e aumentar a satisfação do cliente através do atendimento aos seus requisitos, além da redução de custos indiretos como: retrabalho, refugos, perdas decorrentes do processos.
2) A IMPORTANCIA DE SE TER A CERTIFICAÇÃO ISO 9001.
Ter um Certificado ISO 9001, significa ter um Sistema Gerencial voltado para a qualidade e que atende aos requisitos de uma norma internacional, além de ter oportunidade de entrar num mercado restrito às empresas certificadas, exemplo: mercado Europeu, Américas e no próprio Brasil com as grandes corporações.
Outro grande ganho que a empresa tem ao estar certificada, é a implantação da disciplina, da ordem e comprometimento de todos com a empresa. Existe a garantia de que tudo estará documentado de forma que o sistema sempre fluirá independente dos colaboradores, ou seja, caso haja saída de um colaborador o novo que entrar na empresa estará apto a dar continuidade às atividades sem problemas maiores à organização.
3) PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA ISO 9001.
- Serviços com qualidade diferenciada para o cliente;
- Aumento da satisfação do cliente;
- Permitem ampliar, de forma sustentável suas vantagens competitivas frente aos concorrentes;
- Redução de falhas, desperdícios e retrabalhos no processo produtivo;
- Busca na otimização em utilizar recursos existentes;
- Redução de custos de operação;
- Confiabilidade e credibilidade junto a seus clientes, que assegura ao mercado a qualificação da empresa;
- Os padrões atendem a especificações técnicas e requisitos internacionais, o que torna a empresa aceita em diversos países;
- Controle efetivo dos processos;
- Formulação de estratégias através dos indicadores e evidências.


Consultor: Evandro Mello
Vallengcon Engenharia e Consultoria


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Infográfico: 12 entraves para a ausência de inovação

Veja o que mais emperra o processo de inovação dentro das empresas brasileiras

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Branding como Ferramenta de Gestão.

Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação.


Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. 

Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Um estudo que realizamos mostra como os próprios CEOs estão ansiosos por verem esse instrumento e suas manifestações aplicadas no dia-a-dia da organização.

Na medida em que o valor das marcas representa uma fração substancial do valor da empresa como um todo ou da sua capitalização de mercado, não há mais justificativas para que elas façam parte apenas do job description dos profissionais de marketing. 

Branding hoje é o instrumento de gestão potencialmente mais eficaz na construção de valor e de sustentabilidade na vida das organizações. 

A história das empresas nos mercados caminhou de uma disputa entre produtos, para uma concorrência das suas respectivas formas de propaganda e comunicação em geral, até chegar ao estágio que começou a se descortinar: uma competição entre as realidades simbólicas de suas marcas.

Branding é, em certo sentido, a continuação e a negação da Revolução Industrial. É a continuação por se tratar da forma suprema de relacionamento entre produção e consumo. 

Por outro lado, é a negação porque Branding é o princípio da desmaterialização da economia, onde cada vez operaremos mais com bits simbólicos e menos com átomos, em todas as relações com os stakeholders das empresas.

Por tudo isso, Branding é ou deveria ser sempre pauta do boardroom. Mas a verdade é que ainda não é, ou é muito pouco.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios?

As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.

1. O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2. Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância. Por exemplo: quando a marca se aventura em novos mercados de produtos e serviços sem ter licença perceptual ou autoridade reconhecida para isso. O mercado está cheio de casos de marcas de boa estatura que, no entanto, movidas por vaidade corporativa sentem-se no direito de atuar em áreas novas onde não são reconhecidas como um player natural.

3. A importância da humildade: Louis Gerstner (ex-CEO da IBM) disse algumas vezes o seguinte: "A desk is a dangerous place from which to view the world". Não sei se, originalmente, a frase é dele, mas acabou sendo para mim. Branding é um processo alimentado por um conhecimento real dos clientes, consumidores e stakeholders em geral. Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores. Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige. 

4. A preservação da identidade: branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós do Grupo Troiano de Branding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade. 

Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.

Jaime Troiano (Presidente do Grupo Troiano de Branding e autor do livro “As marcas no divã” -www.grupotroiano.com.br)
Portal HSM

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pesquisa: O que é? Para que serve?

A pesquisa agrega valor à economia e à sociedade.

Todos os dias, as de empresas de pesquisa acionam milhares de entrevistadores
para sondar a opinião e preferências das pessoas em todo o mundo. Eles usam
correio, telefone, questionários on-line ou entrevistas pessoais para descobrir,
meticulosamente, os desejos e as opiniões das pessoas.




A pesquisa consiste, basicamente, em ouvir pessoas.

Empresas, grandes ou pequenas, fazem uso diário de pesquisa de mercado para
descobrir o que os consumidores realmente querem. Governos e órgãos públicos
confiam com freqüência na pesquisa – que inclui pesquisa de mercado, pesquisas
sociais e de opinião pública – para descobrir o que as pessoas pensam sobre
assuntos específicos, que variam desde necessidades ligadas à moradia até
programas de política externa.


A pesquisa ajuda executivos de negócios e formuladores de políticas a
tomarem decisões seguras.


Ao realizar esta tarefa, a pesquisa agrega enorme valor aos negócios e à
sociedade, ajudando, por exemplo, a reduzir custos ao limitar riscos de
desenvolvimento de produtos que os consumidores não vão comprar. A pesquisa
ajuda, também, a economizar matérias-primas e a reduzir agressões ao meioambiente.
É indispensável no planejamentos de curto e longo prazo,
desenvolvimento de mercados externos e para determinar onde são necessárias
melhorias em uma empresa. É importante para empreendimentos individuais, para
a economia em geral e assuntos como, por exemplo, a questão do emprego.




A pesquisa é baseada em métodos científicos.

A demanda por pesquisa verificada no mundo após a 2ª Guerra Mundial vem
crescendo desde então. A movimentação de valores pela indústria de pesquisa
mais que triplicou nas últimas três décadas, de 5 bilhões de euros ao final da
década de 80 – para aproximadamente 16 bilhões de dólares em 2002. Isto se
deve ao fato da pesquisa proporcionar a companhias e governos informações reais
sobre as necessidades de consumidores e cidadãos. A pesquisa é insubstituível na
aplicação de métodos científicos para disponibilizar informação de alta qualidade
sobre os consumidores e suas necessidades de maneira prática e confiável. Estes
métodos científicos tornam possível proporcionar aos governos informações
confiáveis sobre inflação, saúde e condições de moradia, uso de energia,
criminalidade, turismo, consumo de alimentos e outras informações fundamentais
para as autoridades basearem suas políticas.

A indústria de pesquisa tem uma longa tradição de criação e adesão a códigos e
guias de qualidade e ética. Desde que o primeiro conjunto de códigos e guias
internacionais foi estabelecido, em 1948, os pesquisadores garantem que nenhuma
das informações pessoais coletadas será usada para outros propósitos. Sistemas de
auto-regulamentação punem pesquisadores que infringem os seus códigos e guias.
A indústria de pesquisa assume sua responsabilidade social.
A indústria de pesquisa é fortemente comprometida em permanecer no caminho
da auto-regulamentação. Ao mesmo tempo, quer assegurar que a coleta de
informações cientificamente confiáveis sobre a opinião das pessoas não sofra
impedimentos de qualquer natureza.


A pesquisa utiliza várias e diferentes técnicas.

A pesquisa opera em praticamente todas as áreas de negócios e serviços públicos,
usando métodos fundamentados em princípios científicos.
George Gallup definiu a pesquisa, pioneiramente, como um meio de melhoria do
bem social. O papel da pesquisa como difusora dos princípios democráticos e
como canal de comunicação entre governantes e governados deve ser
reconhecido, tanto quanto sua contribuição aos negócios e à indústria.
Em muitos países, as técnicas de pesquisa são usadas para avaliar a qualidade dos
serviços governamentais locais e nacionais. No Brasil, por exemplo, várias
organizações do setor público incorporaram medições de qualidade e satisfação do
consumidor na avaliação da performance dos seus fornecedores.
Com a nova ênfase do setor público quanto à satisfação do cliente, qualidade do
serviço prestado, melhoria nas comunicações e na relação qualidade-preço, os
gestores dos serviços públicos têm percebido os crescentes benefícios da
aplicação de técnicas de pesquisa para obter melhorias significativas. Outras
áreas de pesquisa social e de opinião incluem educação, serviços de saúde e
pesquisas eleitorais.


Compreensão do comportamento humano

No setor de negócios, a pesquisa converteu-se em parte integrante do marketing.
Sem a pesquisa, o marketing moderno seria impossível. É fundamental que a
empresa desenvolva e disponibilize produtos que venham ao encontro das
necessidades dos consumidores, e a pesquisa identifica essas necessidades.
Pesquisadores trabalham tanto em empresas fornecedoras de pesquisa quanto em
empresas usuárias. Desde seus primórdios, esta profissão tem atraído profissionais
com diversas formações intelectuais, como matemáticos, sociólogos, estatísticos,
psicólogos e antropólogos; eles contribuem com seus conhecimentos analíticos e
estatísticos e sua capacidade de reflexão para o entendimento e interpretação do
comportamento humano.


Fatos e Tendências

Atualmente, há poucos países onde a venda de produtos aos clientes acontece sem
que antes seja feita uma pesquisa. É impensável basear-se apenas em conjecturas.
A grande maioria das empresas e mesmo de organizações que não visam lucro têm
optado por investir em pesquisa, uma vez que são necessários métodos científicos
e confiáveis para se descobrir o que o consumidor deseja.
A indústria de pesquisa tem experimentado um consistente crescimento nas
últimas décadas, superando, na maioria dos anos, a expansão do PIB Produto
Interno Bruto. Ao final da década de 90, o volume de negócios cresceu
rapidamente, atingindo percentuais de dois dígitos na maioria dos mercados.
Durante a desaceleração econômica iniciada em meados de 2.000 na maioria dos
países ao redor do mundo, o volume de negócios da pesquisa diminuiu, mas a
tendência de crescimento se manteve.
Em 2.001, a América do Norte representou 41% do total do mercado mundial de
pesquisa, a Europa 40%, Ásia 13%, Américas Central e do Sul 5%, e Oriente
Médio e África 1%. No ano de 2002 o volume total de negócios em pesquisa foi
estimado em 16 bilhões de dólares.
Na década de 90, a indústria de pesquisa, como muitas outras áreas de atividade
econômica, estava imersa em um processo de consolidação. Quase todas as
empresas de comunicação e mídia adquiriram agências de pesquisa e estas se
fundiram a outras visando a criação de redes internacionais para atender melhor às
demandas de seus clientes em suas operações globais.
A globalização tem sido uma das forças motrizes para a crescente procura por
pesquisas. As empresas que produzem com êxito produtos, bens e serviços que
atendam ao desejo do consumidor ao redor do mundo precisam entender as
necessidades comuns destes consumidores, estejam eles onde estiverem, tanto
quanto obter um profundo entendimento das particularidades econômicas, sociais
e culturais de cada mercado em especial.

Questões-chave
A indústria de pesquisa diante de uma série de desafios


 Padrões de qualidade

A tecnologia e as novas mídias, como a internet, permitem que a entrega da
informação aos que detêm o poder de decisão se faça mais rapidamente e com
menor custo como nunca. Os pesquisadores defrontam-se com o desafio de
proporcionar estes benefícios sem prejuízo da qualidade e integridade das suas
informações. A própria indústria de pesquisa está interessada em fortalecer os
códigos e guias e torná-los conhecidos das empresas-clientes e do público em
geral, tendo realizado uma série de avanços neste sentido.
Está, da mesma forma, continuamente buscando formas de atualizar e reforçar
seus códigos e guias de ética sobre a proteção à privacidade do consumidor e a
confidencialidade dos dados levantados.
A pesquisa está confiante na manutenção e incremento da confiança das pessoas e,
em conseqüência, de sua disposição em participar de pesquisas.


 Privacidade

As questões relacionadas com a privacidade constituem uma das prioridades da
agenda dos pesquisadores. A proteção da privacidade é de interesse da própria
indústria de pesquisa porque esta é a forma mais segura de se manter a confiança
e cooperação do consumidor. As medidas de proteção da privacidade do
consumidor às vezes estabelecem limites desnecessários durante a realização de
estudos de mercado. Isto se deve ao fato da legislação não distinguir, muitas vezes,
práticas como marketing direto ou telemarketing da pesquisa. Os agentes de
marketing direto e telemarketing se aproximam do público com o objetivo de
vender produtos ou serviços. Usam os dados pessoais para dirigir-se aos
consumidores individualmente. Já os pesquisadores buscam informações agregadas
e a compreensão dos desejos coletivos dos consumidores. A pesquisa nunca usa a
informação recebida de uma pessoa para oferecer, posteriormente, um produto
ou serviço específico a esta mesma pessoa.


Pesquisa Eleitoral

Em alguns países, os pesquisadores estão sendo pressionados, por parte de
legisladores e governos no sentido de limitar e até impedir as pesquisas eleitorais,
especialmente as pesquisas de intenção de voto. Esta tendência é uma ameaça
potencial para o correto funcionamento dos processos democráticos e eleitorais.
Os pesquisadores encaminham sugestões de regulamentação dos processos de
pesquisa aos governos e legisladores para preveni-los quanto a estas infrações dos
direitos democráticos, notadamente do Artigo 19 da Declaração Universal dos
Direitos Humanos.



Auto-regulamentação e Legislação

A indústria de pesquisa tem operado num rigoroso regime de autoregulamenta
ção há mais de 50 anos. Tem adotado códigos completos para
assegurar pesquisas e de opinião corretas e éticas.
A indústria de pesquisa garante a confidencialidade de todas as informações
pessoais que recolhe e analisa. Nenhum dado pessoal coletado durante um projeto
de pesquisa será revelado para qualquer propósito que não o de pesquisa. O
código de ética da indústria de pesquisa proíbe que os pesquisadores vendam ou
promovam produtos durante o contato com os entrevistados.
A adesão aos códigos e diretrizes da indústria é controlada através do sistema de
auto-regulamentação do setor, que investiga as queixas que surgem e pune as
infrações com medidas disciplinares.
A ABEP disponibiliza em seu site www.abep.org um canal aberto a todos os
interessados (consumidores, órgãos públicos, partidos políticos, empresas etc)

Artigo 19 Declaração Universal dos Direitos Humanos
Todo indivíduo tem direito à liberdade de opinião e expressão. Este direito inclui
não ser molestado por causa de suas opiniões e de buscar, receber e difundir
informações e opiniões, sem limites de fronteiras, por qualquer meio de expressão.

para encaminhamento de reclamações e sugestões ao Conselho de Ética e
Arbitragem da entidade.


ABEP - Apoio e promoção da auto-regulamentação
A ABEP, no final de 2002, criou o Conselho de Ética e Arbitragem que tem como
objetivo emitir pareceres acerca de aspectos éticos envolvidos nas práticas da
Pesquisa de Mercado, Mídia e Opinião, sempre que estas forem alvo de
questionamentos por parte da comunidade de pesquisa, clientes e de outros
agentes da sociedade. Este Conselho é acionado através de encaminhamento
formal de denúncia, crítica ou pedido de análise de procedimentos envolvidos em
qualquer etapa de um projeto, através de correspondência impressa ou eletrônica.



Pesquisa e Sociedade


A indústria de pesquisa busca continuamente novas alianças com os principais
representantes do mundo dos negócios, governo, organizações nãogovernamentais
e multinacionais para debater questões relevantes e procurar
maneiras de incluir os anseios de seus associados nas práticas de pesquisa.
Diversos filiados da ABEP tem contribuído de forma sistemática com organizações
não-governamentais que desenvolvem atividades de cunho social. A entidade vem
se aproximando sistematicamente de outras organizações, pela ética nos negócios,
pelo consumo consciente, bem como, nos eventos mais recentes, destinando parte
de sua receita para ações de auxílios diversos.
Seus filiados também desenvolvem pesquisas conjuntas que auxiliam as empresas a
adaptar seus métodos de trabalho às preocupações do público em geral sobre
meio-ambiente e outras importantes questões sociais.



Princípios básicos de Pesquisa de Mercado e Opinião
 
A seguir, alguns dos princípios básicos recolhidos dos códigos e guias
de pesquisa:
- A participação do entrevistado será sempre voluntária. Ele sempre será
informado adequadamente sobre a natureza do projeto.Os pesquisadores jamais
enganarão aos entrevistados para obter sua cooperação.
- Sempre será respeitado a privacidade e os demais direitos dos entrevistados.
- Os pesquisadores não permitirão que os dados pessoais obtidos sejam usados
para outros fins que não os da pesquisa, protegendo-os sempre.
- Os pesquisadores realizarão a pesquisa objetiva e honestamente, segundo os
princípios científicos de pesquisa e todos os padrões de qualidade relevantes
em vigor.
- Os pesquisadores terão especiais cuidados quando realizarem pesquisas com
crianças ou grupos desfavorecidos da população.





CCEB - Critério de Classificação Econômica Brasil

 
O CCEB, comumente chamado de Critério Brasil, foi desenvolvido pela ABEP - a
partir de metodologia com base em tratamento estatístico - sendo considerado o
principal instrumento utilizado pelo mercado para segmentar a população segundo
seu poder de compra.
Com o Critério Brasil, as populações deixaram de ser classificadas por "classes
sociais", passando a sê-lo por "classes econômicas".
Com alto poder de discriminação e grande simplicidade operacional, o Critério
Brasil classifica a população nas classes econômicas A, B, C, D e E segundo a
pontuação obtida pela posse de determinados bens e o grau de instrução do
chefe de família. A partir disto, estabelece uma correlação com o poder de
compra do domicílio. 

O Critério Brasil é uma ferramenta confiável, que permite a comparação de
estudos de diferentes fontes dentro de uma perspectiva histórica.
Saiba mais sobre o Critério Brasil em www.abep.org.



Códigos e guias ABEP (disponíveis em www.abep.org)

 
- Código de Ética ICC/ESOMAR para pesquisa social
- Guia ABEP para divulgação das Pesquisas Eleitorais
- CCEB - Critério de Classificação Econômica Brasil
- Padrões de Qualidade ABEP
- Guia: Como contratar uma empresa de pesquisa