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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Tuitar é Preciso



O Twitter chega aos 200 milhões de posts ao dia. Para as marcas, a questão é como navegar nesse tsunami e saber o que é relevante.


Há pouco tempo, o Twitter anunciou mais um feito histórico. O microblog dos 140 toques por mensagem festejou alcançar o quase inacreditável patamar de 200 milhões de "disparos" ao dia, cem vezes mais o volume registrado em janeiro de 2009.

No comunicado divulgado ao mercado, o twitter e deu ao trabalho de estimar o tempo necessário para um ser humano ler toda essa montanha de informação veiculada ao longo de apenas um dia. Seriam necessários nada menos dque 31 anos de leitura initerrupta.

Esses números dão uma boa medida do ritmo de crescimento sem precedentes do Twitter, e ajuda a explicar os motivos  que levam as marcas a gastar cada vez mais tempo no monitoramento das menções feitas a seu respeito. Uma tuitada que se espalha feito rastilho de pólvora tem, por ora, ao menos o efeito de tirar o sono de muitos proficionais de marketing.

Nos casos positivos, por euforia. Nos casos negativos, porque é a imponderabilidade que pega. Ou seja, é virtualmente impossível estimar até onde foi o estrago na imagem de determinado produto ou companhia. assim como fica difícil montar uma estratégia de contraofensiva que vá direto ao ponto, pelo simples fato de que são muitos pontos e todos difíceis de serem alcançados em bloco.

Dúvidas à parte, o consensoque prevalece até o momento é que não dá para ignorar o Twitter, especialmente no caso do mercado brasileiro, reconhecido por sua predileção quase obsessiva pelas chamadas mídias sociais. No lado positivo, há o exemplo do cantor Bel Marques, que ao fazer a barba e ter tuitado pela Procter & Gamble entrou para os trend topics(TT), feito feito devidamente festejado pela companhia.

Há quem imagine, contudo, que chegar aos TT's é sempre um grande feito. Mas será mesmo? Esse universo é representativo do público-alvo da marca? Chegar as TT's pode ser uma mera replcação de mensagem, sem impacto efetivo na percepção do valor da marca pela pessoa que replicou a mensagem. Ou seja, é complicado saber o valor exato dos TT's, mas o fato é que é preciso fazer parte deste mundo e estar sempre atento ao que está acontecendo com sua marca e utilizar isto como mais uma ferramenta a favor da mesma.

(Fonte: Meio & Mensagem)


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Estratégia X Ser Estratégico


Hoje o mercado está tão dinâmico, agressivo e imediatista que os profissionais de vendas tem que improvisar cada vez mais. Dificilmente um vendedor deixa uma pergunta sem resposta. Há também aqueles que dentro desse contexto, tentam falar de maneira rebuscada e acabam se expondo ou criando uma imagem e deixando de lado o que é real.
Mas o que está mesmo na moda entre os vendedores são foco e estratégia. Foco em vendas, foco no cliente e etc...
O foco em vendas pode ser assim: Precisa vender R$ 100,00 e vendeu R$ 120,00 – Está Focado!
Agora o ponto alto é a Estratégia. Parece até que é chique falar de estratégia ou dizer que determinado assunto é estratégico.
Dizer então que você mais estratégico que tático fica melhor ainda.
Para definir melhor o que é Estratégia e ser estratégico, vamos abordar esses tópicos de maneira mais ampla.

O QUE É ESTRATÉGIA?
      Criação de um posicionamento de valor único;
      Realização de tarefas diferentes ou semelhantes, mas de forma diferente e
      Especificação do que a empresa faz ou não faz.

Estratégia é inovação? Sim e não. Por exemplo, a criação de uma força de vendas ou um novo canal de distribuição é uma inovação, pois se trata de uma nova idéia orientada por uma estratégia nova e em um processo novo.

O QUE É SER ESTRATÉGICO?
      É ter experiência diversa acumulada;
      Conhecimento e habilidade para desenhar um novo cenário;
      Talento para visão e inovação;
      Capacidade de mobilização e
      Realizar o hoje construindo o amanhã.

Para melhorar um pouco mais a compreensão, vamos nos basear com o que aprendemos com Chan Kim:

Estratégias do Oceano Vermelho
      Competir nos mercados existentes;
      Vencer os concorrentes;
      Aproveitar a demanda existente;
      Fazer o trade-off valor-custo e
      Alinhar todo o sistema de atividades da empresa com sua escolha estratégica de diferenciação ou baixo-custo.

Estratégias do Oceano Azul
      Criar espaços em mercados inexplorados;
      Tornar a concorrência irrelevante;
      Criar e capturar novas demandas;
      Romper o trade-off valor-custo e
      Alinhar todo o sistema de atividades da empresa em busca da diferenciação e baixo-custo.

Diante do que vimos podemos concluir que a ordem é criar em vez de acompanhar.


(Fonte: Revista Venda Mais, edição 208,
por Luis Paulo Luppa, adaptado por Rodrigo Orsi)