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terça-feira, 28 de junho de 2011

O que o Sound Branding pode Fazer pela sua Marca.


Rio de Janeiro - Mais do que criar uma identidade sonora, o sound branding propõe levar o som da maneira adequada para todos os pontos de contato da marca com o consumidor.

Ainda pouco explorado no Brasil e no mundo, o conceito vem ganhando destaque por meio de companhias como Intel, Mercedes-Benz e Motorola. Por aqui, já somamos cases de marcas como Banco do Brasil, Embratur, Unimed e Fashion Mall.
A ideia é estruturar o projeto da forma como uma empresa de branding faria: estudando a marca, o público-alvo e vendo dados de pesquisas. Mas o sound branding vai adiante, mais precisamente até os atributos de personalidade, utilizando arquétipos.

Como se a marca fosse uma pessoa, as empresas definem artistas, estilos musicais e sons compatíveis com cada perfil. Assim, é possível alcançar o consumidor da maneira que mais lhe agrada.
“Na entrega, o sound branding sonoriza desde a chamada em espera até os filmes, passando pela cancela do shopping, o mobile, o online, o ponto de venda e o som do produto”, explica Zanna, diretora criativa e sócia da Zanna Sound.

A agência, sediada no Rio de Janeiro, é a primeira de som da América Latina e uma das 17 empresas do segmento no mundo associadas à Audio Branding Academy, fundada na Alemanha, em fevereiro de 2009.
Música para o coração
Para quem está interessado em apostar no conceito, o primeiro passo é entender as diferenças. A maioria das empresas ainda realiza o chamado "music branding", o que significa estudar o mínimo sobre a marca e criar uma seleção musical para um evento ou ponto de venda.
O sound branding não cria apenas a assinatura sonora. Ele permite desenvolver elementos como uma música proprietária, aplicada na chamada de espera do SAC ou no filme publicitário, e uma rádio customizada para o ponto de venda.
A música também permite que a marca chegue ao coração dos consumidores, aquecendo a relação com o público e podendo tornar-se uma love brand.

Para comemorar os seus 200 anos, o Banco do Brasil transformou os conceitos ligados à instituição, como sustentabilidade, tradição e solidez, em sons que deram origem a um tema musical.

O mesmo foi realizado pela Zanna Sound para a Unimed-Rio, a partir de um estudo de branding feito pela agência Tátil. A Embratur também escolheu o sound branding para promover a marca Brasil no mundo. O projeto deu origem ao tema musical do filme publicitário que divulga o país como destino turístico.
Já o Fashion Mall utilizou a metodologia para desenvolver a sua rádio customizada, com vinhetas próprias. Com a iniciativa, o shopping carioca conseguiu definir as diretrizes para o repertório, o tema musical e a voz da marca. O centro comercial ganhou ainda sons para a cancela e chamada em espera bem diferentes do tradicional e um evento proprietário, o Fashion Gigs.
Sem errar
Com o sound branding também é possível atuar nas escolhas de patrocínio, ao definir a personalidade de uma marca. Se a conclusão é de que a empresa está mais ligada à música clássica, por exemplo, não seria recomendado associar a imagem a um evento de rock ou samba. O que pode parecer óbvio, ainda é explorado de forma superficial. Mesmo que a comunicação esteja baseada na relação áudio-visual, o segundo pilar acaba ocupando a maior parte dos investimentos.
O ideal seria que o áudio, de fato, tivesse 50% de importância nesta equação. “Na loja, uma marca pode perder até 28% das vendas em função de um som inapropriado e o aproveitamento dos funcionários cai em até 60% quando ele trabalha em locais com muito impacto sonoro”, destaca Zanna.
Os canais de atendimento por telefone também são lembrados pela profissional. “Quantas pessoas ligam para a sua empresa por dia? Este é um ponto de contato puramente sonoro que não está sendo cuidado”.

Quando a atenção e os investimentos sobre estes pontos crescem, a primeira vantagem é o aumento da percepção da marca. O quase amadorismo e a falta de informação do mercado, no entanto, acabam resultando em erros comuns. Não adianta olhar para o mercado e querer fazer igual.
“Muitas vezes o cliente, por desconhecimento, pede que uma produtora crie a assinatura sonora como a da Intel. Este é o maior erro, a Intel é a Intel. Se a natureza do negócio é diferente, o som também será diferente. Cada marca é uma marca e precisa ser estudada. É uma questão de lógica. Usamos as pesquisas para saber como o público percebe determinado som e se estamos no caminho certo. Depois de tudo isso, a empresa está pronta para vestir a marca de som em qualquer ponto de contato”, diz Zanna.

Conheça a rádio customizada do Fashion Mall: http://tinyurl.com/3ka7sl8


Por Sylvia de Sá
(Fonte: Site EXAME.COM)
Link

quarta-feira, 22 de junho de 2011

MARKETING / Ponto-de-Venda


Se meu cliente escolhe o produto na loja, por que investir em propaganda e não concentrar esforços apenas no ponto-de-venda?
Porque você vai perder a marca. A marca é o maior patrimônio da empresa. É pela marca que a Coca Cola, a IBM e a Nestlé são importantes. Não existe na história do capitalismo uma grande empresa que não tenha sido construída através de uma grande marca.
Promoção é como adrenalina. Faz o cavalo correr mais por um tempo, mas depois ele morre.
O que fazer para garantir que todo o investimento que eu faço em marketing não acabe sendo perdido na falta de vontade do balconista em vender o meu produto?
No processo de compra nenhuma força tem mais poder e influência sobre a decisão de compra do consumidor do que a do balconista.
A não ser que o produto tenha como principal canal de distribuição o auto-serviço, o balconista sempre será o último filtro a ser transposto pelo consumidor antes de fechar o negócio.
É claro que produtos de marcas fortes têm maior capacidade de persistir na preferência do cliente, mesmo sofrendo argumentação contrária no ponto-de-venda, mas nenhuma empresa pode desprezar a capacidade do balconista de trabalhar a favor ou contra o seu sucesso.
Frente a essa situação de fato, a resposta tem sido o uso crescente de treinamentos, concursos, promoções e prêmios direcionados ao balconista, na tentativa de "comprar" a sua preferência pela recomendação de uma determinada marca.
Distribuição de brindes, vale-refeição, sorteio de eletrodomésticos, viagens ou simplesmente dinheiro são alguns dos muitos artifícios utilizados pela indústria como forma de induzir o balconista a vender os seus produtos.
O resultado tem sido a banalização do estímulo, que deixou de ser um fator de incentivo para se tornar pedágio obrigatório. Muda apenas o formato criativo, para os mesmos concursos e promoções.
A visão nova sobre essa questão é entender que o balconista é motivado por prêmios, dinheiro e brindes, mas também é carente de valor profissional e de importância pessoal.
Quantas empresas ou marcas têm investido consistentemente em dar ao balconista condições para se desenvolver profissionalmente e poder se qualificar e fazer carreira?
Quantas empresas ou marcas têm criado condições para que o balconista seja publicamente reconhecido como uma pessoa importante que desempenha um papel fundamental no negócio como um todo?
Incrementar a auto-estima do balconista pode ser muito mais eficiente na conquista da sua cumplicidade do que a simples distribuição de brindes.
Pense bem: qualquer empresa pode presentear o vendedor com um relógio, mas ele nunca irá se esquecer da empresa que o levou a um programa de televisão ou fez uma campanha para reconhecer publicamente sua importância.

Flavia Chaves Valentim Rodrigues


segunda-feira, 13 de junho de 2011

ISSO TAMBÉM PASSA

Chico Xavier costumava ter em cima da sua cama uma placa escrita: ISSO TAMBÉM PASSA!

Então perguntaram a ele o porquê disso, e ele disse que era para que quando estivesse passando por momentos dificeis, se lembrar de que eles iriam embora, iriam passar e que ele estava vivendo isso só por algum motivo.

Mas essa placa também era para lembrá-lo de que quando estivesse muito feliz, não deveria deixar tudo para trás e se deixar levar, porque esses momentos também iriam passar e momentos difíceis viriam novamente.

É exatamente disso que a vida é feita, "MOMENTOS."

Momentos que temos que passar, sendo bons ou não, para a nossa própria aprendizagem, nunca esquecendo do mais importante: Nada nessa vida é por acaso!

"Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos.

Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...

Para cada dia, o seu empenho.

A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado.

As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo.

Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos.

Tudo ao mesmo tempo.

Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra.

Cuidado com os semeadores que não lhe amam.

Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece.

Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos...
Elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho.

É nessa cara que você tem que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças.

Ainda há muito que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou.

E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."

Vai em frente.

Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

(Padre Fábio de Melo)