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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

O que é Análise SWOT? Quais são suas vantagens?



Análise SWOT é uma ferramenta de gestão que serve para fazer o planejamento estratégico de empresas e novos projetos. A sigla SWOT significa: Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) e também é conhecida como Análise FOFA ou Matriz SWOT.

Análise SWOT, ou FOFA, é uma ferramenta de planejamento estratégico na gestão de projetos, usada para analisar cenários e embasar a tomada de decisões. Ela costuma ser usada pelas empresas antes de implementar algum projeto de impacto para o negócio.

A análise proporciona um diagnóstico completo da situação da própria empresa e dos ambientes que estão no seu entorno, de maneira que ajude a correr menos riscos e aproveitar as oportunidades.

Acredita-se que esse método foi criado na década de 1960 pelo consultor de empresas Albert S. Humphrey, ao integrar um projeto do instituto de pesquisa de Stanford que foi financiado pelas maiores empresas da época. Albert conta essa história neste documento, publicado em 2005, após a sua morte.

É claro que, anos depois da sua criação, a análise SWOT já passou por várias reformulações para se adaptar às necessidades de cada projeto. O método se tornou muito popular, já que é simples e rápido de aplicar e traz resultados efetivos para o planejamento.

Mas afinal, o que significa SWOT? É a sigla formada pelas iniciais das palavras Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Em português, muitas pessoas a chamam de análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).

Essas palavras identificam quais análises são feitas: as forças e as fraquezas se referem à análise interna, ou seja, os pontos positivos e negativos da empresa ou do projeto que se quer implementar.

São fatores que, em sua maioria, estão sob controle da empresa e podem ser modificados por ela, diferentemente do ambiente externo, que é analisado nas oportunidades e ameaças. Elas englobam a análise de mercado, concorrentes, fornecedores e até o macroambiente político, econômico, social e cultural.

O resultado da análise desses fatores é uma matriz 2×2, chamada de Matriz SWOT, que divide os quatro pontos de análise entre fatores internos/externos e positivos/negativos.

Assim, ao olhar para dentro e fora da empresa e para o que é positivo e negativo, você obtém um panorama completo dos fatores que podem determinar o sucesso do seu projeto.





Quais as principais vantagens da matriz SWOT? 


No momento em que se tem mapeadas situações de risco e oportunidades no mercado, assim como os pontos fortes e fracos em relação aos seus concorrentes, é formado um panorama da empresa.

Além de proporcionar uma visão geral, existem outras vantagens percebidas por quem utiliza a análise SWOT.


Insights para solucionar problemas 


É muito comum que problemas apareçam e se configurem na matriz SWOT, principalmente quando os pontos fracos são apontados.

Seja no fluxo de processos internos, na distribuição de tarefas e, até mesmo, na abordagem da empresa, as dificuldades detectadas durante a utilização da ferramenta podem ser tratadas com ações específicas para serem solucionadas.


Tomada de decisão estratégica


cliente quer abrir uma filial, mas está na dúvida se vale a pena? A análise da matriz SWOT pode ajudar na decisão. Afinal, a ferramenta mostra um panorama da empresa, correto?

Outros dilemas de gestão precisam de decisões efetivas para sair do papel — ou para entrar de vez na gaveta — e também podem contar com a ferramenta para dar embasamento.


Análise das estratégias realizadas


Além de apontar para soluções futuras, a matriz SWOT permite que gestores avaliem as estratégias em andamento. Com isso, é possível verificar quais delas devem ser replicadas, ajustadas e, até mesmo, desconsideradas do planejamento da empresa.

 


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

 Os empreendedores precisaram engatar a 5ª marcha


A tecnologia vem acelerando o mundo, as empresas e as pessoas. Porém muitos empreendedores precisaram agora, engatar a quinta marcha, para poder acompanhar a velocidade dessas mudanças, que tornou a procura das empresas pela estabilidade financeira e segurança, um desafio ainda maior, pois muitas, estão correndo contra o tempo neste momento.

As redes sociais e o Google e, mais recentemente, o WhatsApp, por exemplo, estão revolucionando os mercados do jornalismo e da publicidade. No universo do varejo, lojas virtuais causam impactos profundos nos hábitos dos consumidores e forçam os empreendedores a buscarem conhecimento para não serem atropelados pela avalanche de possibilidades de administração empresarial existentes no século atual.

As próprias startups estão aí para provar tudo isso que estamos dizendo, novos modelos inovadores de gerir negócios, onde se concentram soluções disruptivas, daqueles que quando surgem, nos fazem perguntar "como eu nunca pensei nisso antes?".

Como será que a inteligência artificial, machine learning, armazenamento em nuvem, big data e outras tecnologias devem transformar ainda mais as rotinas empresariais, tanto no quesito venda direta, atendimento, pós venda, quanto nos departamentos internos ou departamentos ligados a produtividade.

A Vínculo Consultoria em Comunicação e MKT Digital, vem atuando fortemente na frente de ações ligadas a IA, nas quais interagimos com soluções robotizadas de nossos parceiros, agilizando processos internos da agência para viabilizar os processos de marketing digital dos nossos clientes de forma mais eficaz.


Se você quer saber mais, entre em contato agora mesmo pelo WhatsApp 12 99113 7083





sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Você sabe o que é Mix de Marketing?



O mix é parte do sistema norteador de uma companhia. Ele ajuda a definir não apenas como vender mais, mas também a maneira de ser mais efetivo na conquista e manutenção dessa clientela.

Para atuar com eficiência dentro do mercado, é necessário segmentá-lo.

Segmentar o mercado significa destinar os esforços de marketing em mercados e nichos específicos, aumentando a precisão de alvo de uma empresa.

Para isso o planejamento deve ser sustentado por estratégias de marketing.

Mix de Marketing , os 4Ps do Marketing são os pilares que sustentam toda estratégia, o qual devem estar consistentes com a proposição de segmentação e posicionamento determinados.

-P de Produto

O Produto serve para a sua equipe entender e definir quais são os atributos e as características do que é oferecido.

-P de Preço

O preço é, na verdade, o valor que será cobrado pela solução que você oferece. Esse pilar vai indicar o futuro da sua empresa, já que é a partir da circulação do dinheiro que será possível pagar funcionários e fornecedores, realizar investimentos e tirar o seu merecido lucro.

-P de Praça 

Responsável especificamente pela forma como o cliente chega até você, aos seus produtos e aos seus serviços, definindo assim, onde e como sua empresa deve estar acessível para os consumidores.

-P de Promoção

Aqui a promoção, é diferente da ideia de liquidações e descontos que vemos em centros comerciais.

Na verdade, ela tem o sentido de promover sua marca e suas soluções, fazendo sua mensagem de marketing chegar aos ouvidos certos. 

Assim, você transforma sua empresa de mera desconhecida em uma possível solução para necessidades e desejos de um cliente.

-P de Pessoa

Todos os 4Ps anteriores têm um objetivo em comum: atingir as pessoas para que elas comprem o seu produto.

Porém para ser eficiente nisso você deve criar a sua persona, ou seja, o seu cliente ideal. Conhecer quais são seus interesses, tanto na vida profissional como na pessoal, assim isso vai ajudar você a entender melhor seu comportamento.

terça-feira, 21 de julho de 2020

Métricas de CX que todo UX deve conhecer.



Por que medir a experiência do cliente?
Podemos listar diversas razões, mas a mais clara é o diferencial de mercado que ouvir seus clientes traz. Quando você ouve seus clientes e entrega a eles o que eles querem e precisam, você consegue fidelizá-los. E sabemos que fidelizar clientes é muito mais barato do que adquiri-los.

Se essas razões não foram suficientes, tem esses nomes: Amazon, Disney, Netflix, Apple, Starbucks, Adobe, Nubank … todas empresas que se preocupam com a experiência completa de seus clientes.

Agora consegui convencer você?

Tá, mas como faço para começar?
Primeiro tem que estar no sangue da sua empresa o entendimento de que ao se colocar o cliente e a sua satisfação no centro de tudo, as chances que você tem de aumentar o lucro da sua empresa a alcançar o sucesso crescem exponencialmente.

Comece mapeando a jornada do cliente. Se você já tem clientes, converse com essas pessoas e entenda a fundo suas dores e objetivos. Assim você consegue melhorar as experiências do dia a dia desse cliente que já usa seu serviço.

Se você está começando e ainda não tem clientes ou nem mesmo um produto, mapear a jornada desse cliente vai te trazer conhecimentos valiosos que irão moldar a forma que você vai construir o seu serviço. Com essa jornada mapeada, você consegue identificar os pontos de contatos, possíveis gargalos e os pontos que precisam ser melhorados.

Aqui é importante diferenciar a jornada de compra e a jornada do cliente, que são termos comumente confundidos.

A jornada de compra é um template mais geral que fala sobre os estágios de consciência, consideração e decisão do público alvo na sua interação com algum produto.
Já a jornada do cliente é particular para cada produto e toca nas interações, experiências e pontos de contato que um cliente tem com uma marca/produto na jornada como um todo … antes, durante e depois.

De forma geral a Jornada do cliente toca nos seguintes pontos:

Geração de Necessidade 👉 Consideração inicial 👉 Engajamento 👉 Validação 👉 Compra 👉 Entrega 👉 Retenção 🎉
As informações de cada uma dessas etapas você encontra em diversos locais: nas avaliações de antigos clientes, seu funil de vendas, conversando com seu time de vendas, seu time de suporte/atendimento, no seu Google Analytics, nas redes sociais da sua marca e por aí vai.

Agora que já dei essa introdução um pouco longa, vamos falar sobre o que é uma boa medir se você está começando:

Customer Effort Score (CES)
Como o próprio nome diz, essa métrica busca entender o quão complicado o uso do seu produto é. Normalmente brota uma perguntinha no estilo “De 1 a 5, quanto de esforço você teve para fazer X?”. Sendo 1 Discordo plenamente e 5 concordo plenamente.

O que você faz com as métricas: você melhora o seu produto buscando formas de simplificar seus fluxos, quebrando partes em tarefas menores e entendendo o que é essencial naquele produto e limando o resto.

Customer Satisfaction Index (C-SAT)
Você quer entender de uma forma numérica e seca o quão satisfeito seus clientes estão com o seu produto? C-SAT vai ser a sua métrica favorita. Geralmente aparece na forma da pergunta “Numa escala de 0 a 10, o quão satisfeito você está com X?”.

A partir das respostas que você tem, você pode entrar em contato com clientes para entender o que não está aderente e precisa melhorar. Além disso também passa a entender o que precisa intensificar dependendo do que recebe reforço positivo.

AARRR
Essas são as famosas métricas piratas. Cada letra representa uma métrica que você deve estar de olho.

  1. Aquisição de novos clientes;
  2. Ativação de novas oportunidades;
  3. Retenção de quem já está em casa;
  4. Receita gerada pelos projetos;
  5. Referral/Indicações de clientes satisfeitos.

H.E.A.R.T. Framework
O framework HEART foi criado pelo google e ele mede a aderência e felicidade dos usuários do seu produto. Veja abaixo:

  1. Happiness: satisfação, percepção de facilidade de uso, NPS;
  2. Engajamento: número de visitas, transferências …
  3. Adoção: contato com time, número de novos contratos;
  4. Retenção: Número de usuários ativos, taxa de renovação, recorrência de compras;
  5. Tarefa completa: Resultado da busca com sucesso.
Que tal tentar?

Net Promoter Score (NPS)
NPS mede basicamente a probabilidade que seus clientes tem de indicar o seu produto para um amigo. Essa é uma favorita dos times de vendas. Por que? Porque as chances que você tem de fechar negócio com uma pessoa que foi indicada por um amigo é muito maior do que com uma pessoa que foi alvo de uma cold call.

Então saiba que quando aparecer um modal com a pergunta “De 0 a 10, qual é a chance de você indicar X para um amigo?” você está sendo impactado por uma pesquisa de NPS.
Dependendo da nota, a pessoa usuária é encaixada em uma das 3 seguintes categorias. Notas de 0 a 6, são os detratores. Notas de 7 a 8 são considerados neutros. Os que dão notas de 9 a 10 são os promotores.

E para medir o NPS existe uma formulazinha:

NPS = Promotores - Detratores/Número total de respondentes

Dependendo do seu resultado, você cai em uma das 4 zonas.

  • 75 a 100 é zona de excelência;
  • 50 a 74 é zona de qualidade;
  • 0 a 49 é zona de aperfeiçoamento;
  • de -100 a -1 zona crítica.

Plano de ação bem simples que é aplicado após as métricas do NPS é ligar para os detratores para solucionar seus problemas, investigar os neutros e dar mimos e reconhecimento para os promotores.

Todas as áreas … produto, UX, marketing, Atendimento, Vendas … todas devem colocar o cliente em primeiro lugar. Assim é possível criar uma estratégia que busca a melhor experiência para esses clientes e propicia um melhor entendimento de suas dores e proporciona melhores experiências.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Dez dicas para migrar o seu negócio do offline para o online


Brasil teve uma nova loja online por minuto entre março e maio, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico

A transformação digital é o processo que leva empresas do offline para o ambiente online. Esse fenômeno obriga os empresários a buscarem rápida adaptação e exige alguns conhecimentos, bem como investimentos. Por conta da pandemia de coronavírus, o movimento, ao menos entre lojistas, está acelerado no Brasil. Um levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) aponta que houve no país, entre os meses de março e maio de 2020, o equivalente a uma nova loja online por minuto.

Como consequência da digitalização, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um a cada cinco trabalhadores no país deverão permanecer em casa mesmo após a retomada da normalidade econômica. A seguir, veja dez dicas para ajudar a levar uma empresa para a Internet e a conseguir clientes online.

1. Fazer cursos grátis de redes sociais

Redes sociais são um importante primeiro chamariz para um potencial cliente. No entanto, os resultados tendem a vir principalmente quando o empresário segue as melhores práticas do ramo. A vantagem é que, atualmente, é possível aprender os principais truques para ganhar mais engajamento desembolsando muito pouco dinheiro ou até mesmo sem gastar nada.
Universidades e diversas instituições públicas e privadas de ensino oferecem cursos grátis via Internet que podem ser realizados em casa. Entre eles, é comum encontrar conteúdo de marketing digital e redes sociais. Além disso, empresas de tecnologia como Facebook, Google e Microsoft oferecem seus próprios cursos.

2. Investir em computador e celular de qualidade

Uma empresa que quer aderir totalmente ao digital deve investir em computadores e celulares melhores. Se havia previsão orçamentária para móveis de escritório, por exemplo, talvez seja uma boa ideia reverter os valores para comprar notebooks de linhas profissionais. As famílias Latitude, da Dell, ou ThinkPad, da Lenovo, por exemplo, têm componentes melhores e que duram mais tempo, inclusive, a bateria, na comparação com modelos de uso doméstico.
Já o celular deve ter, principalmente, muita bateria para durar o dia todo e câmera capaz de capturar boas fotos para redes sociais. Nesse caso, não é necessário investir obrigatoriamente em um top de linha. Aparelhos como o Moto G8 Power e o One Zoom, da Motorola, além do Galaxy A71 e o recém-lançado Galaxy M31, da Samsung, podem ser suficientes. Já se o Instagram estiver no centro da estratégia de negócios, o investimento em um iPhone 11 com capinha de bateria ou nos mais potentes iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max pode valer a pena.

3. Criar um site ou loja online

Ter seu próprio espaço na Internet, além das redes sociais, é essencial para conseguir clientes. Além de estudar e alimentar perfis, uma empresa também deve ter seu próprio site onde pode, por exemplo, anunciar serviços, oferecer agendamentos e cadastrar e-mails para enviar promoções. A maneira mais simples de criar um site ou loja online é contratando pacotes tudo-em-um que incluam hospedagem, domínio e criador de sites. Empresas como GoDaddy, Wix, Hostgator, KingHost e LocalWeb oferecem serviços do tipo com interface amigável.
No entanto, é preciso alertar que, na maioria das vezes, é mais recomendado comprar o domínio separado. Dessa maneira, se houver o desejo de trocar de plataforma no futuro, a migração fica mais fácil. Comece, por exemplo, comprando um domínio no Registro.BR e, depois, procure um serviço de hospedagem com criador de sites que atenda melhor as suas necessidades.

4. Cadastrar a empresa nos serviços do Google

O Google pode ser um atrativo de clientes ainda maior do que as redes sociais. Para registrar ou atualizar uma empresa no buscador, é importante baixar o aplicativo Google Meu Negócio, buscar pela empresa e solicitar a permissão de administrador por carta ao endereço físico que aparece na Internet. Comprovada a autenticidade do dono, é possível atualizar horários de funcionamento, serviços oferecidos e trocar a imagem da fachada.
O mesmo aplicativo também permite alterar o telefone que aparece no Google. Portanto, caso a empresa tenha trocado de telefone fixo para celular durante a pandemia, é importante usar o serviço para que os clientes saibam da mudança. Além disso, é interessante já ter um site ativo para divulgar no mesmo cadastro.

5. Criar um WhatsApp Business

Empresas que usam o WhatsApp para contato com clientes podem usar o WhatsApp Business para profissionalizar o atendimento. A versão empresarial do mensageiro oferece várias vantagens, como a possibilidade de criar um perfil público, catálogo de produtos e um bot para responder perguntas automaticamente. É possível, por exemplo, emitir uma resposta padrão quando um cliente contatar a empresa fora do horário de expediente.
Qualquer número de celular pode ser convertido em Business. Basta ter um aparelho apenas para uso profissional e baixar nele o aplicativo empresarial do WhatsApp na Google Play ou App Store e criar a conta da empresa gratuitamente.

6. Fazer anúncios nas redes sociais

Com o site criado e os perfis de redes sociais devidamente alimentados, já é possível investir em anúncios para atrair clientes. No Facebook, é possível impulsionar postagens ou criar campanhas para exibir banners em diversos locais da rede social. O mesmo vale para o Twitter, o Instagram, o YouTube e o Google.
As plataformas permitem escolher o público-alvo usando filtros de idade, localidade, gênero e diversas preferências pessoais. Desse modo, é possível tentar atingir quem tem mais chance de comprar o produto ou serviço ofertado.

7. Escolher um bom programa de videoconferência ou trabalho remoto

Se a empresa tem uma equipe que precisa estar o tempo todo em contato, o WhatsApp provavelmente não é suficiente como ferramenta de comunicação. Dependendo do estilo e do ramo da empresa, pode ser preciso contratar planos de serviços como Microsoft Teams e Slack, que oferecem videoconferência, armazenamento em nuvem e várias funções que facilitam o trabalho colaborativo online.
Para fazer apenas reuniões casuais, no entanto, o Google Meet, o Skype e até o Zoom, que recentemente melhorou sua segurança, podem servir como solução gratuita.

8. Aceitar pagamentos digitais

Um negócio online também não pode aceitar somente pagamento em dinheiro ou em cartão com máquina fixa. Lojas que funcionam totalmente via Internet precisam oferecer um meio de pagamento confiável para pagar online, incluindo o suporte para as mais diversas bandeiras de cartão. É importante lembrar que estabelecimentos que aceitam somente depósito, transferência e boleto são comumente identificados como fraudulentos.
Atualmente, serviços de hospedagem que oferecem criador de loja online costumam oferecer também suporte a pagamentos. No entanto, se o negócio funcionar apenas por redes sociais, por exemplo, é importante optar por alternativas. Empresas como Cielo, PagSeguro e MercadoPago, por exemplo, oferecem maquininhas de cartão e pagamento por link.
Alguns estabelecimentos também podem optar por aceitar PicPay ou até mesmo criptomoedas. Nesse último caso, empresas como a Kamoney e a ZCore Pay oferecem gateway de pagamento para usar Bitcoin e outras moedas na hora do checkout.

9. Adquirir certificados digitais

Com certificados digitais modernos, é possível assinar contratos com fornecedores sem precisar de documentos em papel. Recentemente, a Certisign lançou uma solução destinada ao microempreendedor individual que alia o certificado ao CPF. O Certificado Digital e-CPF MEI permite guardar documentos na nuvem ilimitadamente e agilizar processos em serviços do governo, como o e-CAC e até leilões da Receita Federal.

10. Aderir a plataformas de intermediação empresa-cliente

Em alguns ramos, existem plataformas que reúnem vários desses pré-requisitos para digitalizar uma empresa. Um restaurante, por exemplo, pode aderir ao iFood para ganhar um espaço online no aplicativo, acesso a entregadores e a ferramentas de gestão de clientes, tudo em um só lugar. Já lojas online têm à disposição o Mercado Livre, a OLX e os marketplaces do Magazine Luiza e Carrefour, entre outros.
É importante, todavia, levar em conta que boa parte dessas plataformas costumam cobrar um percentual nas vendas. É preciso, portanto, levar em conta esse valor na hora de calcular a real economia trazida pelo serviço ao longo do tempo. Como o desconto costuma ser percentual, ele sempre irá crescer conforme aumentam as vendas.











terça-feira, 7 de julho de 2020

Google Academy supera 2 mil horas de conteúdo

Com treinamentos semanais, plataforma recebe 300 acessos simultâneos nas lives


Desde abril, o Google realiza diversos treinamentos e apresentações de insights através do Google Academy e, recentemente, a plataforma criada pelo Google Brasil superou a marca de 2 mil horas de conteúdo transmitido e disponibilizado gratuitamente.

O objetivo da plataforma é apoiar os profissionais brasileiros com conteúdo especializado neste momento de incerteza por conta do surto da Covid-19. Para participar, o interessado deve se cadastrar na plataforma gratuitamente e, com o cadastro concluído, é possível participar de qualquer live.
Para Gabriela Baptista, gerente de marketing de produto do Google Brasil, embora todos os treinamentos fiquem disponíveis na plataforma para serem acessados a qualquer hora, uma média de 300 pessoas os assistem ao vivo. “É interessante ver que muitos se programam para acompanhar as nossas lives, pois permite a interação com o especialista, ao enviar perguntas pelos comentários do vídeo, tornando o treinamento mais útil para a sua necessidade”, completa.

A audiência das lives é, também, diversificada. Dos cadastros na plataforma 29,9% do público é formado por Agências de Publicidade. O Varejo representa 7,3% da audiência e Estudantes e Autônomos representam 4,2%. Mas também é possível ver que profissionais de outros segmentos, como Finanças, Automotivo, Turismo e Games & Desenvolvimento de Apps também se inscreveram para contar com o conteúdo gratuito.

O Google Academy já conta com 36 treinamentos no seu portfólio. Desde o começo do projeto, as apresentações mais assistidas são:

  1. Fundamentos do Google Ads – Anúncios de Pesquisa (Parte I)
  2. Fundamentos do Google Ads – Anúncios de Pesquisa (Parte II)
  3. Consumidor: Vida na Quarentena
  4. O novo contexto do Varejo e a nova Jornada de Compra
  5. Fundamentos do Google Ads – Google Shopping (Parte I)

Para os próximos meses, o Google Academy vai abordar os temas: YouTube para Marcas como Criadoras, DV360, Insights do mercado de Alimentos e Bebidas, Optiscore e Melhores Práticas para marcas na Google Play Store. Além disso, em agosto a plataforma terá conteúdos voltados à semana da Educação. Nos meses seguintes, a plataforma contará com uma programação especial para datas sazonais.

FONTE: https://propmark.com.br/digital/google-academy-supera-2-mil-horas-de-conteudo/

quarta-feira, 13 de maio de 2020

5 formas como o neuromarketing ajuda a vender mais.

Neuromarketing é a aplicação da neurociência — o estudo do sistema nervoso — e da psicologia às ações de marketing para orientar as marcas a criar uma maior ressonância emocional com o consumidor. O termo foi cunhado por Ale Smidts logo após a virada do milênio, mas já são feitas pesquisas na área desde os anos 90.
Essa é uma forma revolucionária de entender o marketing, porque ele é tanto uma arte quanto uma ciência. É arte no sentido de que envolve encontrar soluções criativas para se conectar profundamente com as pessoas. E é ciência, pois tem foco em resultados e, para maximizá-los, deve ser testado, medido e analisado.
Quer saber mais sobre como o neuromarketing ajuda a vender mais? Confira a seguir.

Como o cérebro responde ao marketing?

Da junção da neurociência e da psicologia surge a neuropsicologia, isto é, o estudo de como o sistema nervoso em geral afeta o comportamento do indivíduo. Esse campo de pesquisa é promissor para o marketing, uma vez que o propósito deste é influenciar ações nas pessoas.
O neuromarketing procura olhar, então, para as respostas mais profundas de alguém diante da mensagem da marca. Quando falamos do acompanhamento de métricas, tratamos dos efeitos que determinada campanha teve. Porém, para o neuromarketing, é essencial entender os gatilhos que levaram uma pessoa a agir de tal ou qual maneira.
Agora, como isso pode ser avaliado?
Essa avaliação ocorre de diferentes maneiras, com maiores ou menores níveis de complexidade. Entre as mais complexas podemos citar exames de ressonância magnética e eletroencefalogramas que analisam as reações de partes específicas do cérebro, como o processamento de emoções.
Por outro lado, podemos citar o acompanhamento do movimento ocular para saber o que realmente atrai o foco do consumidor em determinado anúncio. Também é possível medir o nível de ocitocina no cérebro por meio de uma braçadeira que monitora o nervo vago, responsável, entre outras funções, pelo ritmo do coração. A ocitocina é uma substância relacionada à empatia, conexão entre pessoas e confiança.
O objetivo é entender que tipos de estímulo de marketing geram respostas positivas. É uma forma avaliar a relação da marca com o público muito além do que os indivíduos podem colocar em palavras ou são capazes de perceber.
O neuromarketing traz novas formas de avaliar o potencial de campanhas. (Foto via Freepik)
Como o neuromarketing ajuda a vender mais?
Tudo isso que vimos até aqui tem uma aplicação prática para as marcas?
A resposta é: sim, a capacidade de gerar conexões mais profundas com o público pode resultar, inclusive, em aumento nas vendas. Vamos destacar adiante cinco formas como isso é possível — e até mesmo essencial no marketing pós-coronavírus, com a maior necessidade de otimização dos investimentos.

Maior conexão emocional com a audiência

O neuromarketing é capaz de apontar emoções mais precisas que outros tipos de pesquisa. Um exemplo disso está na televisão dos Estados Unidos, que utiliza largamente consultas de opinião para avaliar o potencial de sucesso de uma estreia. Mesmo assim, 65% dos novos programas são cancelados no primeiro ano por não atingirem a audiência esperada.
Enquanto isso, testes com neurosensores chegam a 84% de precisão ao antecipar quais shows serão mais bem avaliados. Eles medem muito mais do que se uma pessoa gostou ou não do que viu, mas a intensidade da resposta — por conseguinte, a chance de ela voltar a consumir aquele conteúdo.
Transpondo isso para o universo do storytelling em geral, o neuromarketing indica quais histórias ressoam mais intensamente com o público. Pode mostrar também quais momentos de um comercial de TV desperta mais ou menos emoções no telespectador, orientando a criação de roteiros mais impactantes e que provoquem a resposta desejada pela marca.

Eventos que conquistam a atenção

marketing de eventos foi profundamente afetado pelo novo coronavírus. Seja on-line, seja presencialmente quando forem liberados, as empresas precisarão oferecer um estímulo muito maior para cativar suas audiências.
O neuromarketing pode gerar insights também nesse sentido. O uso das braçadeiras para monitorar o nível de ocitocina, por exemplo, revela o quanto a mensagem de um palestrante é capaz de prender a atenção e instigar os ouvintes. Isso orienta a construção de narrativas mais engajadoras para o público.

Anúncios mais eficientes

Por meio do monitoramento dos movimentos oculares pode-se entender como anúncios impressos atraem a atenção dos consumidores. Mais especificamente, quais são os focos da visão e se eles funcionam para a venda.
Abaixo vemos um teste comparando dois anúncios de fralda infantil em que a única diferença é a foto do bebê. O neuromarketing elimina achismos sobre qual peça funcionaria melhor e mostra que quando o modelo olha para o texto, nosso olhar é igualmente atraído.
Além dos anúncios impressos, esse tipo de teste serve para melhorar a usabilidade de páginas na internet e aplicativos, e aumentar as conversões de landing pages.
Note a diferença nos mapas visuais de calor entre os anúncios. (Fonte: Neuroscience Marketing)

Branding visual mais atrativo

Algumas formas de estímulo visual, com base na psicologia, já são aplicadas há muito tempo no marketing. A mais conhecida talvez seja a da psicologia das cores na identidade das marcas, em que tonalidades são usadas para gerar sensações específicas no consumidor: vermelho aumenta a fome ou sede, verde passa tranquilidade e limpeza etc.
O neuromarketing pode ajudar ainda a definir os modelos de embalagem que chamam mais a atenção no ponto de venda, como a disposição de vitrines afeta a percepção de produtos, entre outros aspectos de branding.

Economia ao investir na comunicação

Quando a marca sabe o que ressoa melhor com seu público-alvo e, mais detalhadamente, como ajustar um comercial de TV, um anúncio impresso ou qualquer outra comunicação para manter o envolvimento emocional o mais alto, ela concentra o investimento naquilo que gera mais retorno. A empresa deixa as suposições de lado e se baseia no entendimento mais profundo do consumidor para unir a arte da criação à ciência dos dados.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

O que é SEO?

Você certamente conhece o google e com absoluta certeza, faz muitas buscas de produtos ou serviços que deseja consumir, tanto para você como pessoa física, tanto para sua empresa, pessoa jurídica.
Portanto, todas as pessoas possuem o mesmo comportamento, buscam informações de empresas na intermet, e é aí que entra o SEO (Search Engine Optimization). Como a própria tradução já explica, SEO é uma otimização para os motores de busca, isto é, são várias técnicas que influenciam os algoritmos dos buscadores a definir o ranking de uma página para determinada palavra-chave que foi pesquisada. Uma curiosidade, acesse a w3c e veja como estão as linhas de programação de seu site, estão 100% corretas, ou possuem erros?

A qualidade e a velocidade da busca pelo Google, e o que acontece com a classificação dos sites, transformou a empresa no maior buscador do mundo, deixando seus concorrentes insignificantes mediante sua presença.
Rastreamento, processo pelo qual os robôs do Google (Googlebot) identificam os sites para enviar ao índice do buscador. Utilizam  algoritmos para priorizar a sequência de indexação das páginas encontradas pelo robô.
Varrem desde URLs, conteúdo e sitemaps. Links existentes interno e externo, alterações e exclusões, durante o processo.
Na sequência vem a indexação, onde o Googlebot processa cada uma das páginas rastreadas para incluí-las no seu índice.
Os resultados mais relevantes são exibidos, logicamente que não se trata de uma relevância baseada em achismos, e sim determinada por mais de 200 variáveis de ranqueamento.
Não podemos desconsiderar o preenchimento automático do Google e o clássico “feitos para poupar tempo” que muitas vezes nos atrapalham.
Mesmo que você nunca tenha trabalhado com marketing digital, já deve ter ouvido falar do algoritmo do Google ou das redes sociais.
Esses algoritmos são responsáveis por filtrar o que é mais relevante para você e não simplesmente jogar todo o conteúdo disponível sem critério.
Os algoritmos estão em constante atualização, porém hoje, não iremos falar sobre eles.
Para finalizar, vamos falar sobre os fatores de ranqueamento do Google, conforme mencionado acima, ele define a priorização e a relevância dos resultados.
Várias pesquisas são aplicadas com a finalidade de entender os critérios utilizados pelo Google.
Segundo a Backlinko, seguem 10 principais fatores priorizados pelo Google:
1. PAGE AUTHORITY/PAGERANK
2. AUTORIDADE DO DOMÍNIO
3. RELEVÂNCIA DE LINKS
4. CONTEÚDO ORIGINAL E DE QUALIDADE
5. TAMANHO DO CONTEÚDO
6. PALAVRA-CHAVE NO TÍTULO (TAG TITLE)
7. PALAVRA-CHAVE NO CONTEÚDO
8. TEMPO DE PERMANÊNCIA NA PÁGINA
9. VELOCIDADE DE CARREGAMENTO DA PÁGINA
10. DESIGN RESPONSIVO
Por hoje é só, espero ter ajudado.
Se quiser saber mais, entre em contato com a agência Vinculo
www.vinculoconsultoria.com
Flávia Valentim

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Em pleno Carnaval, eu escrevendo sobre Publicidade!

Muito se confunde o conceito de publicidade com propaganda ou marketing. E você, sabe exatamente qual é o conceito correto?
Vamos falar um pouco a respeito?
Pode-se dizer que Publicidade é uma área do conhecimento, dentro da Comunicação Social, que visa o estudo das relações sociais e culturais, assim como também, comportamento de consumo. Todavia ela vive em nosso dia a dia participando de nossas vidas ativamente.
Por conta disso, nós publicitários, temos que nos manter sempre de olho nas tendências culturais e comportamentais da sociedade, para que possamos desenvolver e veicular anúncios que gerem identificação com o consumidor e cheguem ao mesmo de maneira assertiva, ou seja, sendo veiculada pelo veículo adequado.



Sendo assim, afirma-se também que publicidade é a estratégia do marketing que contempla o processo de compra do espaço em um veículo de mídia para veicular o anúncio da empresa contratante, seja produto, serviço ou marca, com o objetivo de atingir o público-alvo da empresa.
Se formos um pouco mais além, publicidade também pode ser interpretada como um reflexo da sociedade atual, pois da mesma maneira que estuda, ela também reproduz os comportamentos, conceitos e valores vigentes que seduzem o consumidor colocando-o em uma redoma compulsiva de compra.
Muita gente acredita que não se trata de um reflexo da sociedade e sim de um incentivo e molde para padrões de comportamentos.
Contudo, a publicidade é polêmica. Pode ser vista como mocinha, por informar e entreter, ou bandida, por incentivar o consumismo, conduzir comportamentos e invadir a nossa vida.

É isso ai, se você desejar contratar serviços de publicidade, pode falar comigo, Flávia Valentim, ou entrar em contato com a Vinculo Consultoria em Comunicação e Marketing Digital, que teremos o maior prazer em lhe atender.
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