Sua ideia pode inspirar o mundo!

Confira nossos serviços.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

O que é backlink?

Backlink é um link feito de um site para outro. Motores de busca como o Google utilizam a qualidade e o número de backlinks como um sinal de rankeamento. Por isso, a aquisição de backlinks é uma estratégia fundamental em SEO.
Atualmente é praticamente impossível rankear no topo para palavras-chave com um alto volume de buscas e muita competitividade na página de resultados (SERP).
Os buscadores entendem os backlinks como se fossem uma indicação, afinal, se um outro site fez um link para o seu, é porque ele acredita que o seu conteúdo é de qualidade.

Por que criar uma estratégia de backlinks?

Como citei, os backlinks funcionam como uma referência. Se um site de qualidade e bem-visto pelo Google faz links para o seu, a tendência é que o buscador confie mais no seu site.
Mas não é apenas autoridade de páginas e do seu domínio que os backlinks influenciarão. Eles também vão impactar diretamente na:

  • aquisição de tráfego de referência (Referral);
  • fortalecimento da marca (Brand Awareness);
  • construção de relacionamentos.
Imagine se você conquista um backlink na página da Rock Content que rankeia em primeiro lugar no Google para SEO.
O ganho de autoridade é incrível, afinal, se o Google confia naquele conteúdo a ponto de mantê-lo em primeiro para uma palavra-chave tão disputada, com certeza ele confia nos conteúdos que ele linka (indica).
Esse é o benefício óbvio.
Agora, já parou para pensar que esse conteúdo recebe mais de 10 mil visitas mensais? Quantas dessas pessoas poderiam clicar e visitar o seu site? 
Quantas pessoas que não conheciam, poderiam conhecer a sua marca? E se desse link sai uma parceria de mais trocas e materiais criados juntos?
Bom, esse exemplo mostra como limitar os backlinks apenas ao ganho de autoridade retira um peso enorme do impacto dessa estratégia.

Quais são os tipos de backlinks?

Existem dois tipos principais de backlinks:

  • follow; 
  • nofollow.
A olho nu, eles não possuem nenhuma diferença. Ambos são links em uma página e ambos quando clicados direcionam o usuário para a página apontada.
Qual a diferença entre ele, então?
A diferença está no sinal que esses backlinks passarão para os bots e buscadores.
Quando os robôs do Google estão visitando o seu site e leem um código de um link, eles vão seguir aquele backlink e visitar as demais páginas.

A não ser que ele encontre um atributo chamado “nofollow”.
Os links follow são os links normais, eles passam autoridade (link juice) e direcionam os bots para essas páginas. 
Já os links com o atributo nofollow dizem aos buscadores que não “sigam” aquele link. É como se ele dissesse “eu até quero enviar meu usuário para esse link, mas não precisa ir lá, não pretendo passar nenhuma autoridade para ele”.
Portanto, em uma estratégia de link building o ideal é priorizarmos os links follow, ainda assim, os nofollow também são de grande valia. 
Mais a frente vou mostrar com detalhar o porquê você também deveria desejar receber este tipo de link.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Mídias sociais e saúde mental

Dizem que as mídias sociais viciam mais os adolescentes do que o cigarro e o álcool.

Para avaliar o impacto das redes na saúde mental, foi realizado o inquérito epidemiológico #StatusOfMind, publicado na “United Kingdom’s Royal Society of Public Health”.

A pesquisa entrevistou 1.479 jovens de 14 a 24 anos, no Reino Unido, no período de fevereiro a maio de 2020, para avaliar o impacto de 14 itens relacionados com a saúde mental e o bem-estar.

Foram eles: 1) formas de entender as experiências de outros sobre a saúde, 2) acesso a informações de saúde confiáveis, 3) apoio emocional e  empatia de familiares e amigos, 4) ansiedade, 5) depressão, 6) sensação de solidão e infelicidade, 7) qualidade do sono, 8) capacidade de exprimir sentimentos, pensamentos ou ideias, 9) autoidentidade – habilidade para definir quem você é, 10) percepção da aparência física, 11) relacionamento com a família e os amigos, 12) relacionamento com a comunidade, 13) bullying – ameaças e comportamentos abusivos, 14) necessidade de permanecer conectado pelo medo de perder experiências importantes.

Com base nessas questões, os participantes atribuíram notas às plataformas mais populares: YouTube, Twitter, Facebook, Snapchat e Instagram.

As plataformas foram bem avaliadas nas questões referentes à autoidentidade, à autoexpressão, ao fortalecimento de laços comunitários e ao amparo emocional.

Por outro lado, os malefícios estiveram associados à qualidade do sono, ao bullying, à imagem corpórea, à necessidade de se manter conectado por medo de perder experiências vividas pelos amigos, à depressão e à ansiedade.

Os adolescentes entrevistados classificaram, em ordem decrescente de efeitos positivos, as plataformas: 1) YouTube (a mais positiva), 2) Twitter, 3) Facebook, 4) Snapchat, 5) Instagram (a mais negativa).

YouTube foi a única plataforma em que os benefícios para a saúde e o bem- estar foram considerados superiores aos malefícios. Obteve índices de aprovação mais elevados na percepção das experiências que afetam a saúde alheia, no acesso a informações de fontes confiáveis na área da saúde, na redução dos riscos de depressão e de ansiedade e na sensação de solidão.

É interessante que Snapchat e Instagram, duas plataformas centradas na imagem, tenham sido consideradas as mais nocivas. A autoimagem é um aspecto ligado a sentimentos de inadequação, depressão e de ansiedade, muito prevalentes nessa fase da vida.

O Instagram foi bem avaliado nos quesitos de autoexpressão e de autoidentidade, mas esteve associado a níveis mais elevados de ansiedade, depressão, bullying e do medo de perder oportunidades.

A Royal Society recomenda que as plataformas publiquem avisos “pop up” advertindo o usuário sobre o número de horas acessadas, que chamem a atenção quando as fotos sofreram manipulação digital para exibir corpos com aparência de perfeitos, para que desenvolvam algoritmos que ofereçam ajuda no anonimato para adolescentes em sofrimento mental.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

O que é Inbound Marketing?

 

As Ferramentas do Marketing Digital

Entenda melhor o que é inbound marketing, marketing de conteúdo, SEO e SEM

Sem boas ferramentas, um artesão não pode fazer a sua arte com perfeição. Mas ter boas ferramentas não faz de ninguém um mestre, é preciso conhecê-las para saber a melhor forma de utilizar cada uma para, então, criar uma obra-prima. Hoje vamos falar de algumas ferramentas do marketing digital: Inbound Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO e SEM.

 Inbound Marketing

Também conhecido como Marketing de Atração, é uma vertente do marketing focada em atrair, converter e encantar clientes. O Inbound difere da ideia tradicional da publicidade e possibilita a conexão com o público-alvo por meio dos pilares: Marketing de Conteúdo, SEO e Estratégias em Redes Sociais.

O marketing tradicional sempre se baseou em interromper, tirando o foco das pessoas em suas tarefas para mostrar produtos que poderiam ser uteis em suas vidas, mas muitas vezes não eram. O marketing inbound funciona diferente, pois os possíveis clientes vêm até a empresa, atraídos pela sua mensagem. Isso facilita na apresentação de soluções e na conversão para clientes e divulgadores da marca.

O mundo cada vez mais digital e as mudanças radicais no comportamento do consumidor impuseram às empresas a busca por novas formas de conquistar e manter seus clientes, e o Inbound Marketing foi a melhor delas.

 

SEO – Otimização de Mecanismos de Busca

Do inglês Search Engine Opmization, o SEO são práticas e técnicas que buscam melhorar o posicionamento do seu site e conteúdo para que os buscadores, como o Google, tenham preferência por suas páginas, colocando-os no topo dos resultados para as buscas de uma certa palavra-chave.

Essa otimização ocorre de forma orgânica, ou seja, sem investimento ou compra de mídia online, utilizando estratégias On Page, que são o uso de palavras-chave estrategicamente dispostas ao longo do texto, além da relevância do conteúdo e sua estrutura; temos também estratégias Off Page, que se baseiam na utilização de links em outras páginas para atrair visitantes para o seu site, aumentando o tráfego.

Essas são etapas muito influentes no ranking dos buscadores, assim como na criação de autoridade e não devem ser ignoradas.

 

SEM – Marketing de Mecanismos de Busca

O nome é parecido, mas ele é diferente do SEO. A sigla em inglês é Search Engine Marketing e se refere a um conjunto de práticas que envolve a compra de mídias online, como links patrocinados, anúncios do Google Ads, Search Ads e Display Ads.

Para evitar que alguém com muitos recursos simplesmente conseguisse os melhores resultados, o SEM e o SEO possuem certos critérios para obtenção de melhor posicionamento nos buscadores e o principal é a relevância do conteúdo. Por isso é essencial que seja um conteúdo de qualidade, relevância e verdadeiro.

 

Marketing de Conteúdo

É o processo de criar e distribuir conteúdo relevante e valiosos com a intenção de construir um relacionamento com um possível cliente, informando ao mesmo tempo que desenvolve uma imagem de confiança e autoridade no assunto. É uma estratégia de longo prazo que permite o posicionamento da sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

 

Esse foi o nosso último conteúdo da série Transforme Seu Marketing Digital em uma Máquina de Vendas no blog. Mas não é o fim! Decidimos lançar um ebook com o mesmo tema, abordando outros aspectos do marketing digital. Se você gostou e quer se informar ainda mais, deixe seus dados abaixo e vamos lhe enviar um email assim que o ebook estiver disponível.  

 

 

 

 

Implementando o Marketing Digital

 

Um projeto de marketing digital pode gerar resultados rapidamente, mas a consultoria de um profissional capacitado é necessária.

O mundo em que vivemos é digital. O uso extenso e intenso da internet em nosso cotidiano, presente em cada momento, do trabalho até o lazer, através dos computadores e principalmente dos celulares, que estão sempre próximos ao toque, é o que torna o marketing digital algo tão rentável e imprescindível.

Mas como implementar essas práticas tão vitais para que a sua empresa ou marca adquira uma presença digital?

Procure quem entende do assunto  

A implementação do marketing digital é uma etapa decisiva, por isso é essencial a presença de uma empresa que preste a consultoria ou que elabore o projeto de marketing digital. Dessa forma, você terá como aliada a experiência de quem está capacitado para desenvolver as estratégias e contornar possíveis adversidades, adaptando a teoria para o seu cenário específico.

Após ter encontrado uma agência confiável, é necessário que vocês conversem e discutam o panorama situacional da sua empresa: qual a persona de seu negócio? qual o público-alvo? Em qual nicho de mercado sua empresa atua? Com esses tópicos definidos, se torna mais claro elaborar uma estratégia, que trará novas perguntas: sua empresa tem redes sociais e elas estão sendo bem usadas? Seu site está atraindo um bom fluxo de visitantes? Está na hora de criar um blog? Você faz vendas por e-commerce?

Se você ainda não possui um site, saiba que esse é o momento para criar um. Os sites funcionam como uma vitrine para os seus produtos e serviços, facilitando a visualização de possíveis clientes. É a partir do site que se pode trabalhar algumas das principais estratégias do marketing digital, como Inbound Marketing, o SEO e o Marketing de Conteúdo.

Essas estratégias serão o tema do nosso próximo artigo, não perca! se inscreva no campo abaixo e te avisaremos por email quando for lançado. Até lá!

O que é esse tal de Marketing Digital?

 

Uma tendência crescente, o marketing digital está cada vez mais presente no nosso cotidiano.

Muito mais que posts em redes sociais e internet, o marketing digital é um conjunto de ações estratégicas realizadas no ambiente online e offline, que buscam criar um caminho para que as empresas, pessoas e marcas alcancem os seus objetivos.

Isso mudou a maneira como as pessoas se relacionam com o mercado, negócios e produtos.

Hoje, uma das maiores modalidades de comércio são as vendas digitais, ou e-commerce, movimentando quantias bilionárias por ano. Uma grande parte desse resultado se deve ao marketing digital e suas várias estratégias.

Mas o marketing digital vai muito além da internet.
Marketing é mover o mercado e digital significa fazer isso de forma não presencial. Assim, ele não é realizado apenas de computadores e cada vez mais ele ganha importância nas empresas, sendo que muitas utilizam apenas ele.

Uma de suas maiores vantagens é ser acessível, permitindo que empresas dos mais diversos portes o utilizem.

O importante é saber como vender.

A forma que você vende na tv é diferente do que no rádio, que é diferente de como se vende em uma loja, que é diferente de como se vende na internet. No cerne, vender é uma troca de serviços ou produtos por dinheiro, mas o caminho para se chegar a esse objetivo, o “como vender”, é diferente para cada modalidade.

Por isso, o marketing digital não é algo tão simples como se parece, suas estratégias abrangem uma série de situações e devem ser específicas para cada meio: redes sociais, blogs, SEO, e-commerce etc.

Saber diferenciar e criar táticas para cada canal, identificando os seus usuários e entendendo aquilo que eles buscam é o que vai determinar o bom vendedor, aquele que vai conseguir transformar o seu marketing digital numa máquina de vendas.

No próximo artigo, vamos falar sobre como implementar o marketing digital. Se você não quiser perder, cadastre-se abaixo e avisaremos quando ele estiver disponível.


 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Como usar o algoritmo do Instagram a seu favor?

1. Descubra os melhores horários de postagem

Descobrir o horário de postagem significa entender qual horário mais seguidores acessam o aplicativo.
Isso é fundamental para garantir o engajamento inicial do post que, como já falamos, é um dos fatores que fazem com que o algoritmo interprete positivamente a postagem e mostre-a para mais usuários.
Atenção: para descobrir os melhores horários de postagem, é importante fazer testes e analisar o comportamento da sua audiência.
Além disso, o melhor horário de postagem pode variar de acordo com o tipo de conteúdo. Talvez um infográfico performance melhor em um horário diferente que um vídeo, por exemplo.

2. Desenvolva um relacionamento duradouro com seus seguidores

Como já falamos, um dos fatores que o algoritmo analisa é o relacionamento entre os usuários, postagens e páginas. Por isso, desenvolver um relacionamento duradouro, baseado em engajamento constante e com crescimento saudável, deve ser seu objetivo principal.

Mas como fazer isso? Entenda as preferências de sua audiência, descubra o que eles querem ver em seu perfil, ofereça conteúdo de qualidade e tenha uma boa frequência de postagens.

3. Crie conteúdo que as pessoas falam sobre (e queiram compartilhar)

O Instagram valoriza não apenas conteúdo que engaja os seguidores, mas também conteúdos que despertam o desejo de compartilhar.
Sinais importantes de conteúdos relevantes são as marcações de outros usuários em comentários e o compartilhamento privado (por meio das mensagens diretas) de posts e stories. Isso mostra que as pessoas consideram suas postagens relevantes a ponto de convidarem outras a vê-las!
As dicas nesse tópico valem para o anterior: crie conteúdo relevante e o compartilhamento será uma consequência. Outra boa tática é fazer postagens que levem as pessoas a pensarem em amigos e familiares.

4. Desenvolva uma identidade visual

Em meio a tantas imagens no feed, uma boa identidade visual vai garantir que você se destaque para seus seguidores e que eles sempre identifiquem que aquele post é seu. Isso faz com que os seguidores realmente interessados em suas postagens parem e consumam o conteúdo produzido, além de uniformizar sua comunicação pela rede.

5. Produza boas imagens e vídeos

O Instagram é uma rede baseada no visual, por isso, nada mais lógico do que ter boas imagens e vídeos no seu perfil. Um conteúdo visual de qualidade gera mais curtidas, engajamento e compartilhamentos, ou seja, um engajamento que será positivo para a sua marca.
Além disso, boas imagens e vídeos atraem novos seguidores e destacam-se no feed de exploração.

6. Conheça e entenda seus seguidores

Saber quem são seus seguidores é fundamental para oferecer a eles o que eles buscam. Entenda o perfil de quem acompanha sua marca, ou seja, conheça sua persona e entenda quais as particularidades de seu comportamento quando se trata do Instagram.
Uma boa forma de fazer isso é usando o Instagram Insights, que permite descobrir informações demográficas como gênero, idade e localização. Ele também permite entender o impacto de suas postagens e quem está sendo impactado.

7. Não se esqueça do bom conteúdo

Muitas pessoas lembram do conteúdo visual quando trata-se do Instagram, mas acabam deixando de lado o conteúdo escrito. Não cometa esse erro!
Um bom conteúdo para o Instagram é aquele que conecta e encanta as pessoas. Não adianta ter um perfil incrível se você só posta conteúdo sobre sua marca. Invista no relacionamento e ofereça conteúdo relevante e compartilhável.
Como fazer isso?
  • crie boas legendas;
  • faça posts informativos e/ou descritivos;
  • conte uma história;
  • se possível, invista no humor e em uma linguagem mais leve.

8. Use o Instagram Stories

Instagram Stories, com seu próprio algoritmo, é um excelente recurso para as marcas. Por ser um conteúdo efêmero de consumo diário, ele te dá a oportunidade de um contato mais próximo e recorrente com seus seguidores, fortalecendo seu contato com eles.
O Stories conta com cada vez mais recursos, que permitem que maior customização e um visual mais interessante, estimulando a relação com seus seguidores. O engajamento no Stories faz com que tanto as histórias quanto as postagens apareçam antes para os seguidores.
Como criar bons conteúdos para suas histórias? Aqui vão algumas ideias!

  • Conteúdos dos bastidores, os famosos “behind the cameras”;
  • Detalhes do produto ou serviço.
  • Fazer perguntas (use as “Enquetes”!).
  • Conteúdo produzido pelos usuários.
  • Criar uma série para o Instagram Stories (o que estimulará que seus seguidores te acompanhem diariamente).
Além disso, a mais nova possibilidade de salvar suas histórias nos “Destaques” do perfil e disponibilizá-las por mais tempo cria uma nova seção de postagens, permitindo que você produza conteúdos com diferentes temáticas e objetivos!

9. Invista nos vídeos ao vivo

Os vídeos ao vivo são um adicional valioso do Stories. Quando você inicia um vídeo ao vivo, todos seus seguidores são notificados sobre sua atividade. Além disso, é um sinal para o algoritmo que você está empenhado em usar a rede e convidando seguidores a fazer o mesmo.
Explorar a possibilidade de histórias em conjunto com outros perfis pode também ser interessante para trazer novas pessoas e experiências relevantes para seus seguidores, além de aparecer para mais pessoas, já que a notificação é mostrada para os seguidores do outro perfil também.

10. Faça uma boa bio

Uma boa bio para o Instagram deve oferecer informações completas sobre sua marca, esclarecendo para o usuário o que ele precisa saber, como: descrição da marca, site, contato (email, telefone, WhatsApp), endereço (em caso de negócios locais) e outras informações relevantes para as particularidades do seu negócio. A bio deve ser objetiva, clara e não pode ser muito longa.

E por que isso importa?

Uma boa bio garante que as pessoas sempre recorram ao seu perfil para acessar as informações da sua marca. Ou seja, elas buscarão seu perfil na barra de busca ou sempre acessá-lo, o que é um sinal positivo para o algoritmo.


11. Use as hashtags

As hashtags são importantes elementos do Instagram, pois ajudam a comunidade a conectar-se. Com o novo recurso do Instagram, que permite que os usuários sigam hashtags, isso fica ainda mais evidente.

Mas atenção! Não basta colocar todas as hashtags na sua postagem de uma só vez. Para usar a hashtag na rede, as melhores dicas são:

  • tenha bom senso: o Instagram permite até 30 hashtags por comentário, mas não abuse disso. O excesso de hashtags pode poluir seu conteúdo e incomodar o usuário;
  • seja específico e relevante: use hashtags que tenham relação com a postagem, além de escolher aquelas que tenham mais a ver com seu negócio e com quais comunidades você quer conectar-se;
  • observe as tendências: acompanhe os assuntos do momento, as hashtags da vez e observe o que seus concorrentes andam postando. Isso é fundamental para estar atualizado e manter-se relevante;
  • use diferentes hashtags: varie nas hashtags e invista em suas variações. Por exemplo: use tanto #vagas quanto #vagasemmarketing. Isso torna seus posts mais amplos para quem procura.

12. Considere usar influenciadores digitais

Fazer parcerias com influenciadores que tem um público relevante para o seu negócio e interessado nele pode trazer novos seguidores, fazer com que as pessoas acessem seu perfil e até mesmo conectem-se com sua marca por meio dos comentários ou mensagens diretas.
Esses sinais de interação e o aumento do engajamento podem ser pontos positivos para o algoritmo.
Porém, lembre-se sempre: não escolha influenciadores pelo número de seguidores, e sim pela identificação com os valores da marca e o potencial de atingir seus objetivos de negócio.

13. Invista em anúncios

Os anúncios no Instagram são interessantes por permitirem cliques em link, o que só é possível organicamente na bio.
Eles são positivos pois aumentam o engajamento com suas postagens, trazem novos seguidores e também aumentam as visualizações do seu perfil. Além disso, eles são um importante sinal para o Instagram que você está investindo na rede para chegar até os usuários.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Marketing de Gentilezas: uma estratégia virtual focada nas pessoas

Muito se engana quem insiste na ideia de que a internet é um ambiente frio e sem graça. A falta do contato físico já deixou de ser problema para as empresas que sabem trabalhar as relações humanas virtualmente. Entretanto, quem ainda não administra um marketing de gentilezas virtual eficiente ou, simplesmente, ignora essa necessidade está literalmente dentro d’água.

Segundo a consultora em marketing digital, Flávia Valentim, especialista no assunto, com mais de 19 anos de experiência no mercado corporativo, as redes sociais nada mais são do que uma grande rede de relacionamento e onde existem pessoas, deve existir cordialidade.

“Por isso, o marketing de gentilezas funciona tão bem no ambiente digital, pois é dedicado às relações humanas. Afinal de contas, se você vai se relacionar com o seu cliente de forma virtual, nada mais certo do que pensar nas estratégias de atuar focado nas pessoas e na qualidade das relações. Já que, do contrário, todo seu trabalho terá ido por água abaixo, explicou Flávia.

Levar a empresa para o formato online, trabalhar a imagem de forma positiva, fortalecer a marca e gerar o tão esperado resultado de vendas pode parecer simples, basta fazer postagens e pronto. Mas o empresário não pode esquecer, que mesmo não estando cara a cara com seu cliente, existe alguém do outro lado da tela, daí tamanha importância do marketing de gentilezas.

Essa é, sem dúvida, uma das preocupações da Vanessa Oliveira, gerente de vendas do Grupo TTC Segurança, responsável por gerir junto à agência de marketing, toda a comunicação que a empresa faz online. “O Grupo TTC vende segurança e da mesma forma devemos transmitir esses mesmos valores nas nossas redes sociais”, disse Vanessa.

Segundo ela, a empresa está constantemente atenta as postagens e mantém relacionamento direto com os internautas. “Eu respondo pessoalmente a todas as perguntas e me coloco no lugar do internauta, afinal, é frustrante solicitar uma informação e ser ignorado”, relata Vanessa.

A estratégia visa a construção de relações mais sólidas com os seguidores, com confiança, credibilidade e, acima de tudo, segurança caso haja uma negociação entre as partes.

Outro fator determinante para se trabalhar um marketing de gentilezas eficaz nas redes sociais é a prevenção de crises. Comentários maldosos num ambiente aberto como uma rede social pode acabar com a reputação de qualquer empresa, e dependendo do problema, reverter a situação fica bem complicado. O melhor mesmo é ficar atento!

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Business Intelligence: entenda o que é e como o BI agiliza sua tomada de decisão

Podemos afirmar que Business Intelligence é um conjunto de estratégias e técnicas empregadas pelas empresas com o propósito de analisar dados e melhorar a tomada de decisão baseada em informações concretas. Como indica a sua tradução, é uma forma de proporcionar a inteligência para os negócios.

Segundo a definição do Gartner, “é um termo abrangente que inclui os aplicativos, infraestrutura, ferramentas e as melhores práticas que permitem o acesso e a análise de informações para melhorar e otimizar decisões e desempenho”.

Com essa descrição, já fica claro que essa estratégia resolve um desafio e dúvida comum: como as empresas podem analisar dados de forma rápida para descobrir ações e ajustes que proporcionem uma vantagem competitiva?

Por proporcionar esse resultado, é comum que o BI seja tratado como uma área de negócio, assim como o Financeiro, Marketing e RH também são. Em outros casos, cada uma dessas áreas conta com profissionais com o papel de usar as ferramentas certas para proporcionar essa camada de inteligência.

Qual o objetivo ao utilizar Business Intelligence?

Assim como outras áreas de negócio que possuem objetivos e entregas bem definidas, a área ou os profissionais de BI também possuem um objetivo claro, independente do mercado ou do tipo de empresa em que atuam.

E para contar melhor qual é o objetivo por trás desta área, convidamos a Camila Rabay, que é Analista de Business Intelligence no time de Marketing Operations aqui da Resultados Digitais, e uma das grandes responsáveis por transformar o grande volume de dados gerados pela área de Marketing em informações claras e dashboards precisos.

O objetivo principal do processo de Business Intelligence é empoderar e agilizar a tomada de decisão, favorecendo a obtenção de melhores resultados. Ferramentas de BI absorvem toda a complexidade da coleta e transformação de dados em informação, possibilitando que relatórios e análises preditivas sejam gerados com maior rapidez e profundidade, gerando alertas e insights para a operação. Com as informações geradas é possível entender, por exemplo, quais temas, formatos e canais performam melhor para determinada audiência, guiando o time na criação de campanhas cada vez mais eficientes.

Esse processo de transformação dos dados em informação faz parte dos objetivos de qualquer área de BI. Mas que tal saber como isso funciona?

Na prática, como o processo de BI funciona?

Uma análise BI ou uma estratégia balizada por BI é mais do que um simples relatório. Ela é uma mudança na cultura da sua empresa, que começa a acreditar em dados e na aplicação deles. Isso deve ser algo feito constantemente e não pontualmente.

O que se deve fazer primeiro é contratar softwares que permitam a coleta de dados do seu negócio. Um exemplo é o RD Station Marketing, que faz isso com todo o seu trabalho de Marketing Digital. Outro é o Power BI, ferramenta da Microsoft muito utilizada para criação de gráficos e dashboards.

Depois, faça um filtro de quais dados são importantes para o posicionamento e estratégias da sua empresa e comece a cruzá-los.

Inicialmente, esse trabalho pode ser bastante demorado. Mas com o tempo, as tendências vão se tornando mais e mais visíveis, e você passa a conhecer o seu negócio de forma mais profunda.

Exemplos práticos de aplicação de Business Intelligence

Quer se inspirar em dois exemplos interessantes? A Netflix possui cases interessantes de BI. Ela teria levado sua análise de dados e preferências um pouco além do básico “recomendado para você” e criado uma série inteira baseada nessas informações.

O que se especula é que Stranger Things, o grande hit que foi disponibilizado em julho de 2016, foi o resultado da percepção e análise de consumo dos usuários da Netflix, seus gostos e programas mais acessados para criar uma série que agradasse a um público realmente grande.

Outro uso interessante foi feito pela loja de departamentos americana Macy’s. Com auxílio de um software para análise de dados, a empresa começou a processar milhares de terabytes de informação por dia. Eles buscaram dados nos locais convencionais, como CRM de Vendas e o software de Automação de Marketing, e foram além também em analisar dados de redes sociais, como o Twitter.

Desta maneira, a Macy’s obteve quase que instantaneamente um aumento de 10% nas vendas da empresa por trabalhar de maneira mais eficiente as campanhas e promoções.

Ou seja, trabalhar com Business Intelligence pode até ser complexo, mas permite resultados expressivos para o seu negócio. E isso não acontece apenas em empresas grandes como as dos exemplos acima, mas nas de qualquer tamanho.

O importante é analisar os dados que conseguir reunir para validar processos e otimizar ainda mais suas ações.

Onde coletar os dados necessários para fazer Business Intelligence?

Você pode coletar dados essenciais em ferramentas de web analytics, de Automação de Marketing, um CRM ou uma plataforma de BI. Pensando no trabalho da área de Marketing, uma das que mais se beneficiam do BI, as ferramentas fornecem dados relevantes como:

  • fluxo de entrada dos visitantes do site;
  • páginas com as melhores conversões;
  • caminhos percorridos pelo seu Lead;
  • os padrões de consumo;
  • a localização deles;
  • os horários em que eles consumiram;
  • qual a taxa de conversão da sua empresa;
  • quais itens foram comprados juntos.

Vários desses dados também podem ser coletados nos relatórios internos trimestrais das suas equipes de Marketing e Vendas.

Para facilitar a análise dos dados coletados e transformá-los em insights, é interessante usar programas que permitam que você coloque dados de formas gráficas. Para isso o Excel é recomendado, assim como o RapidMiner, que permite o cruzamento e análise de dados de forma mais completa.

Não podemos esquecer que você também pode obter dados relevantes através de pesquisa com clientes e ex-clientes, benchmarking, entre outras fontes.

Quais dados eu devo coletar?


A grande sacada do BI é fornecer subsídios para que as decisões estratégicas e de planejamento sejam tomadas com menos base em feeling e achismos e mais norteadas por dados, o que significa decisões com menor margem de erro.

Por isso, o tipo de dado que você deve coletar depende do que é importante para a sua empresa. Você precisa fazer uma análise de quais dados e canais são relevantes para a sua estratégia. E isso muda dependendo do setor, do tamanho da empresa e até mesmo das possibilidades de pessoal que você dispõe.

A questão geográfica, por exemplo, pode ser essencial para um ecommerce que lida com logística. Já para uma empresa de software que atua apenas em uma cidade, isso pode não ser relevante. O mesmo vale para a área de atuação dos Leads que ainda não se tornaram clientes, idade, comportamento de consumo (tanto de visitas às páginas e histórico de compras quanto de horários), cargo, entre outros quesitos.

Lembre-se de que é importante fazer uma análise de dados no mínimo trimestral para revalidar e impulsionar suas estratégias de BI.

Como estruturar uma análise de BI


Uma boa análise de BI passa por quatro fatores importantes:
  1. O que está acontecendo?
  2. Por que está acontecendo?
  3. O que vai acontecer agora?
  4. Como podemos mudar ou melhorar o que está acontecendo?

Por exemplo: seu analista de marketing faz uma análise dos dados e percebe que as interações na página do Instagram da sua empresa estão caindo. Isso é um dado. Agora começa a análise para verificar quais fatores foram responsáveis por esse acontecimento – o que vai tornar esse dado em uma informação e pode permitir uma ação eficiente, como:

  • trocar os horários de postagens;
  • rever os conteúdos que estão sendo divulgados;
  • trabalhar mais campanhas de impulsionamento de posts.

Por meio do BI, também é possível verificar tendências de comportamento para os próximos meses ou anos e permitir uma preparação mais efetiva para mudanças. Essa também é uma excelente maneira de apontar gargalos que irão surgir e trabalhar para que eles não prejudiquem a escalabilidade do seu negócio.

Como usar Business Intelligence para melhorar a performance de uma estratégia de Marketing Digital

O Marketing está no centro da máquina de aquisição de clientes e geração de receita. Isso representa um grande desafio para gestores e analistas de Marketing, que têm como missão gerar e demonstrar crescimento continuamente para seus negócios.

Uma das grandes diferenças (e vantagens) do Marketing Digital em relação ao marketing tradicional é a possibilidade das suas ações serem mensuradas.

Isso significa que você pode saber com precisão quais campanhas foram mais efetivas, qual caminho seus Leads percorrem antes de se tornarem clientes, quais conteúdos são mais interessantes para a persona da sua empresa e onde estão os gargalos da sua estratégia de vendas.

Tudo isso vem em forma de dados, que precisam ser analisados e transformados em insights para poderem ser utilizados como inteligência competitiva. Ou seja, precisamos transformar os dados crus que diversas plataformas e ferramentas nos fornecem, trabalhá-los até que se tornem informações relevantes e depois insights, para então utilizá-los para melhorar as estratégias de Inbound Marketing.

Existe um enorme impacto que as pequenas otimizações no trabalho de Marketing apresentam no longo prazo: ao melhorar em apenas 10% mês a mês alguma parte do nosso funil de vendas, ao final de um ano conseguimos ter uma operação 213% maior, e ao final de três anos é possível crescer 30 vezes!

Essa evolução acontece sem mágica, mas com disciplina no acompanhamento dos dados usando Business Intelligence, com planejamento e implementando melhorias contínuas e incrementais, tendo como base os dados gerados pela sua operação.

Marketing BI como o caminho para analisar sua performance

Pensando em apoiar as operações que dependem de uma análise mais aprofundada dos dados, o RD Station Marketing implementou o Marketing BI, funcionalidade de análise que conta com tudo que as empresas precisam para atingir seu objetivo de transformar dados de Marketing em informações precisas.

Com essa funcionalidade você consegue:

  • Criar relatórios personalizados, com flexibilidade e personalização para criar seus próprios relatórios personalizados;
  • Conferir todo o planejamento, resultados e performance do Funil de Vendas;
  • Entender os resultados e performance dos canais de aquisição de Leads;
  • Acompanhar a performance das ações de marketing na conversão do funil.

Mais do que uma ferramenta de análise, o Marketing BI é um framework poderoso de análise e demonstração de resultados, desde a camada de negócios com informações importantes para o nível estratégico da empresa, até às camadas da Canais e Campanhas.

Ter essa integração de dados permite que os gestores e analistas de Marketing tenham um conhecimento mais profundo sobre o funcionamento da sua operação de Marketing Digital, e quais os principais problemas e oportunidades de melhorias.

Mesmo que sua operação demande um acompanhamento mais simples, o primeiro passo para criar uma estrutura capaz de gerar retorno relevante é começar a implementar uma estratégia completa de Marketing Digital.

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A LGPD e a captação de leads: impactos diretos no marketing digital

Ao se confirmar a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, em setembro de 2020, muitas empresas ativaram o sinal de urgência para este tema, principalmente aquelas que se utilizam da captação e do compartilhamento de leads.

E o que são leadsLeads são pessoas que forneceram seus dados pessoais de contato (nome, e-mail, telefone) em troca de uma oferta de valor que uma empresa dispôs (conteúdo, ferramentas, e-books, planilhas etc).

Esse formato permite ampliação significativa da base de dados de uma organização, que, a partir daí, irá tratar esses dados no escopo do seu funil de vendas.

É nesse ponto que os interesses legítimos das empresas, das agências de marketing e as exigências trazidas pela LGPD convergem: a lei é uma ameaça ou uma oportunidade?

No primeiro momento, pensava-se que as ações de marketing poderiam ficar comprometidas. Todavia, o que se entendeu é que princípios da LGPD como transparência, finalidade e necessidade qualificam ainda mais os leads e importam em novo posicionamento no mercado.

A exemplo do que aconteceu na Europa após a vigência do GDPR [2], os novos contatos das listas são realmente interessados nos materiais, conteúdos e serviços disponibilizados pela empresa. Isso representa um crescimento na qualidade desses leads, que interagem em determinado negócio, permitindo um avanço mais rápido na jornada de compra e na conversão para se tornar cliente.

É preciso compreender que o relacionamento entre a empresa e a sua audiência está mudando: o contato agora só poderá ser feito a partir do consentimento do titular dos dados, da autorização do tratamento dos seus dados.

Portanto, essa relação passou a ser mais honesta e com uma audiência realmente interessada no conteúdo, produto ou serviço que a empresa oferece.

Agora, alguns aspectos práticos são importantes para entender mais da requerida transparência em relação ao titular dos dados, a saber:

— O consentimento deve ser expresso, livre, informado e inequívoco, ou seja,  específico e atual o suficiente para cobrir seu marketing;

— A melhor maneira de obter consentimento claro para o seu marketing é fornecer caixas de opt-in que especifiquem o tipo de mensagens que você planeja enviar (por exemplo, por e-mail, por texto, por telefone, por fax, por chamada gravada);

— Você deve ter muito cuidado antes de usar listas para ligações gravadas, mensagens de texto ou e-mails: esses contatos precisam ser respaldados no consentimento. Agora é ilegal para os profissionais de marketing entrarem em contato com indivíduos sem o seu consentimento;

— Esqueça as práticas de soft opt-in (opt-ins automáticos e caixas de seleção pré-marcadas);

— Abandone templates prontos de políticas de privacidade e termos de uso: cada empresa tem suas peculiaridades, o que inviabiliza a utilização de modelos padrão;

— Forneça o link direto para sua política de privacidade no próprio formulário de cadastro: ela deverá ser clara, concisa e de fácil compreensão;

— Deixe claro se utiliza cookies e permita ao titular aceitar/autorizar especificamente cada um deles;

— Utilize-se do duplo opt-in: envie um e-mail para que o titular confirme as autorizações dadas e o tratamento de dados;

— Em todos os seus e-mails, permita o link para opt-out dessa lista.

E lembre-se: em que pese a necessidade de implementar um novo modelo de relacionamento com os seus contatos, haverá um ganho significativo de qualidade desta relação, além do alinhamento da sua empresa às exigências de privacidade destes usuários.

Nesse sentido, é correto dizer que a LGPD é uma lei que gera novas oportunidades no marketing digital e na jornada do cliente, não se configurando uma ameaça, senão um potencializador das tão queridas "conversões".