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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010



Email Marketing X Spam
...Saiba reconhecer

A comunicação digital está cada dia mais presente nos planejamentos de marketing, principalmente, das empresas que buscam eficiência para atingir seu público. inserido no mix de midias digitais, o email marketing além de oferecer estas caracteristicas, ainda garante altos índices de retorno do investimento. Porém, as más aplicações em torno das campanhas de email marketinf fazem com que muitos usuários percem este poderoso canal de relacionamento como spam.
Uma pesquisa realizada pela Mcafee revela que o número de spams aumentou 141% desde março deste ano. O volume representa 85% de todos os emails enviados no mndo. O panorama indica que o consumidor precisa reconhecer as diferenças entre o email marketing e o spam e evitar a interação com as mensagens não solicitadas, visando quebrar este ciclo.
No segmento de email marketing, o desáfio é incentivar as corporações para que trabalhem suas campanhas com ética, aplicando regras básicas que fazem toda a diferença para o relacionamento entre empresa e cliente. Um conceito já conhecido e disseminado pelo mercado é o opt-in, que é a permissão do consumidor ao remetente para enviar mensagens. E, outro fator significativo é a disponibilidade da função opt-out. Com ela, o cliente tem a opção de sair da base de dados de uma empresa a qualquer momento que desejar.
Visando inserir e oficializar estas regras dentro das boas práticas, no ínicio deste semestre, foi lançado o código de autorregulamentação do Email Marketing. Elaborado por associações e empresas privadas do setor, o documento trouxe como novidade o soft opt-in, conceito que dá o direito ao remetente de enviar mensagens sem opt-in, desde que ele possa comprovar uma relação comercial com o cliente abordado.
A missão do código é profissionalizar o mercado fazendo com que o universo corporativo planeje o envio de email dentro das condutas éticas sugeridas e ainda auxilie os consumidores que se sentirem lesados por campanhas que não atendam às regras.
Para tanto, foi criado o CAPEM (Conselho de Autorregulamentação para Prática do Email Marketing), que é formado por membros que participaram de todo o processo de criação e aprovação do código. Esse Conselho Superior, a partir de fevereiro de 2010, terá o poder de advertir e punir tecnologicamente os infratores.
As mídias digitais estão crescendo suportadas por altas tecnologias e profissionais especializados no desenvolvimento de estratégias de marketing online. O cenário não corresponde mais às duvidas entre o que é uma peça de marketing projetada e segmentada, e um spam, que chega ao destinatário de forma generalizada.

Com o respaldo de tecnologias disponíveis hoje no mercado, como a plataforma virtual Target, as ações de email marketing encontram todos os recursos necessários para o envio, respeitando a privacidade do cliente. Aplicando estas funções, o mercado corporativo tem em mãos uma ferramenta eficaz para manter o relacionamento com seus clientes, de forma direcionada e relevante.

Conheça 10 ténicas antispam para ampliar o poder do email marketing.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010


Quanto vale um Ponto Comercial?

Por Silvia Rocha - Sócia da Fábio Rocha Arquitetura - Pós-Graduada em Negócios Imobiliários pela FAAP de SP, Graduada em Psicologia, diversificou seus conhecimentos com cursos nas áreas de direito, administração e marketing.

Um dos segmentos mais ati-vos no mercado imobiliário é o de compra, venda e locação de estabelecimentos comerciais, si-tuação justificada pela cultura empreendedora dos brasileiros e também pela escassez de ofer-tas no mercado de trabalho.
O ponto comercial, local onde o empresário vende seus produtos ou presta seus servi-ços, constitui-se em parte do fundo de comércio, que é o con-junto de bens corpóreos, ou seja, vitrine, maquinário, estoque, etc ou incorpóreos que são: o pon-to propriamente dito, o nome, a marca, patentes, etc, que com-põem o exercício da atividade mercantil.
Abrir um negócio é uma ta-refa relativamente fácil, porém, atrair os clientes e manter a em-presa com lucro é um grande desafio. Todos os dias, com ou sem crise econômica, observa-se novos comércios sendo aber-tos ou fechados. São inúmeros os fatores que contribuem para o sucesso ou fracasso de um em-preendimento, e sem sombra de dúvida, o plano de negócios é o primeiro passo. E a definição do ponto comercial faz parte desta etapa.
Do ponto de vista legal, é importante verificar se o alvará está regular e pesquisar se há impedimentos ao proprietário do imóvel quanto à transferência. O contrato de venda e compra ou locação, conforme o caso, deve-rá assegurar os direitos e deve-res do novo dono de forma a es-tabelecer as condições de paga-mento e exigir uma eventual tran-sição do negócio. Além disso, deve-se saber se as atividades a serem desenvolvidas no local respeitam a lei de zoneamento do município. No caso de bares, restaurantes, farmácias ou clí-nicas, por exemplo, pode ser ne-cessário um alvará da vigilância sanitária ou do corpo de bombei-ros. É importante verificar tam-bém se os impostos que recaem sobre o imóvel como o IPTU es-tão em dia. Como é a legislação municipal que trata da instalação dos anúncios, entre outras pro-vidências burocráticas são fun-damentais para dar início ao novo negócio.





Quando a Arquitetura funde-se ao Marketing

Tudo começa na identifica-ção do público-alvo. Antes de qualquer coisa, é preciso saber como se comporta o cliente, qual seu estilo de vida e, principal-mente, qual é a sua motivação e disposição para comprar.
A partir destes dados será possível identificar a localização mais adequada e se o negócio requer ponto comercial em ga-leria, shopping, rua temática ou sala comercial, bem como a me-tragem ideal e, o planejamento da reforma.
Sobre este conjunto de itens destacamos as providências que todo empreendedor deve tomar com seu negócio, novo ou em curso. Para nós, num ponto de venda é essencial que os clientes se sintam ao mesmo tempo con-fortáveis e estimulados. A at-mosfera do ambiente deve cha-mar atenção aos produtos de for-ma agradável e prazerosa.
Veja alguns itens improtantes para esta escolha:
1. Escolha do imóvel: deve levar em conta o público-alvo e o tipo de mercadoria ou serviço que serão comercializados. A loca-lização e metragem do imóvel precisam estar adequadas ao negócio.
2. Fachada: é ao mesmo tempo o cartão de visitas e o convite para a festa. A fachada é um grande elemento de identificação com o negócio e é através deste contato que o cliente decidirá pela en-trada ou não no comércio. Muitas são as alternativas para se criar uma fachada convidativa: uso de cores e revestimentos diver-sificados, elementos volumétricos e cenográficos são algumas pos-sibilidades. Mas hoje em dia existem uma série de alternativas. O ideal neste caso é contratar um bom arquiteto do ramo ou uma A-gência de Propaganda.
Um cuidado importante é consultar a legislação municipal a respeito de normas de publicidade. Em SP, por exemplo, a lei Cidade Limpa, como ficou conhecida, prevê que em imóveis com testada, linha divisória entre o imóvel e a via pública, inferior a 10 metros lineares, a área total do anúncio deverá ser de até 1,5 metro qua-drado. Imóveis com testada superior a 10 metros poderão ter a-núncios indicativos que não ultrapassem 4 metros quadrados e sua altura, a exemplo dos totens, não poderá ser superior a 5 me-tros do chão e deverá estar no lote do estabelecimento comercial.
3. Vitrine: o cliente conhecerá a mercadoria vendida a partir dela. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de preparar a vitrine. É preciso transmitir uma clara informação a respeito do que se poderá encontrar no interior da loja, sem, no entanto, transformar o espaço num catálogo, com excesso de exposição de produtos. Neste e em todos os outros quesitos é necessário uma dose de cuidado para não pecar pelo excesso. Afinal, quando se enche a visão do cliente ele, na verdade, não enxerga nada.
4. Layout: ao entrar no ambiente, o cliente precisa perceber com facilidade onde estão expostos os produtos. Na medida do possível, as áreas de circulação devem ser fartas, de forma a permitir ao cliente que conheça outras opções, sem que ele se perca, se confunda ou se aborreça. É muito importante estar atento a even-tuais obstáculos nas áreas de entrada como provadores e caixa. O cliente precisa se sentir acolhido e não rejeitado.
A exposição de produtos deve ser bem planejada, de modo que não haja exagero quanto ao número de itens expostos. É positivo contar com uma área para estoque e retaguarda. Com criatividade consegue-se guardar a mercadoria sem perder área útil.
5. Iluminação: um bom projeto luminotécnico torna o ambiente mais produtivo, equilibra os contrastes e gera economia. Além de deixar o local agradável e aconchegante para o cliente. Pode-se in-clusive, utilizar diferentes luminárias e lâmpadas, adequadas a cada estação do ano, a cada ambiente e de acordo com as cores quentes ou frias dos produtos. A iluminação pode ser uma grande aliada na formatação do projeto, pois, ao mesmo tempo em que permite a humanização dos espaços, tem a função de destacar mercadorias. Um ambiente em penumbra é desagradável e o excesso de luz causa irritação, podendo desmotivar a compra.
6. Decoração: o uso de displays ou aparadores personalizados é uma alternativa na hora de decorar o ambiente, pois fortalece a marca. Além disso, do piso ao teto há soluções que além de funcio-nais, tornam o espaço mais bonito. Degraus, rampas, forros, sancas, nichos e balcões podem ser aproveitados como elementos decora-tivos. Quanto mais personalizado for o ambiente, maior será a pos-sibilidade de identificação com a marca e fidelização do cliente. Os materiais utilizados têm que ser compatíveis ao negócio e adequados a cada ambiente, conforme o uso.
7. O uso das cores: a escolha das cores depende muito das preferências pessoais e características do espaço. Uma boa escolha pode disfarçar problemas ou destacar pontos fortes.
Para elevar o teto, por exemplo, pinte-o com uma cor mais clara que as paredes. Se quiser alongar um ambiente quadrado, a su-gestão é que se aplique uma cor mais escura em duas paredes o-postas. Em residências o bem estar deve estar acima de qualquer modismo, já nos espaços comerciais a adequação dos ambientes à imagem corporativa deve ser a principal preocupação e as cores são largamente utilizadas em estratégias para divulgação e fideli-zação da marca e fazem total diferença no resultado final.
8. Temperatura: um sistema de refrigeração adequado é favo-rável à permanência no ambiente. Nem quente, nem frio. O cliente precisa se sentir confortável. Os modelos tipo Split são mais indi-cados, pois, é possível controlar a temperatura por ambiente. A-tenção especial deve ser dada aos provadores, pois é, geralmente, neste local que se dá a decisão pela compra.
9. Aromatização: já faz algum tempo que a aromaterapia saiu das páginas de revistas místicas e foi incorporada ao marketing como ferramenta de alavancagem de vendas e fidelização da marca. Muitas lojas já investem em aromatização de ambientes como forma de relacionamento com seus clientes. Muitos são os aromas a serem usados: lavanda, laranja, os frutais também são muito bem aceitos e outros como terra molhada, floresta, pão, entre outros, sendo pri-mordial escolher aquele que melhor identifique os produtos ven-didos e agrade o cliente, criando um vínculo com ele. Para valer-se deste recurso podem-se usar velas perfumadas, odorizadores de ambientes, sprays, entre outros.
10. Sonorização: fazer compras com uma música alta e estri-dente de fundo pode ser uma tarefa nada relaxante e pode, inclusive, causar irritaçaõ no cliente. Mesmo que o negócio seja para público jovem, é importante ter muito cuidado com a disposição das caixas acústicas, o volume do som e a escolha do repertório musical.
11. Segurança: para proteger o seu negócio todo cuidado é po-co! Câmeras de segurança permitem que de qualquer lugar do mundo se vigie os ambientes. Além disso, sensores de presença, controles de acesso e alarmes são antigos aliados. O projeto de layout precisa ser eficiente quanto ao posicionamento do caixa e estoque e também os acessos de clientes e funcionários. Este quesito é essencial a todo negócio.
Abrir e manter um negócio é um desafio para qualquer um. Independente da verba disponível para o investimento há muitos detalhes a se pensar. E nem se falou sobre o treinamento dos colaboradores, vestimentas, cordialidade no atendimento, opções para pagamento, embalagens, etc, etc, etc...
Fazer um bom nome no mercado é para poucos e persistentes empreendedores. Mas o resultado valerá a pena. Além das questões financeiras, o ponto comercial deve ser o local de realizações pessoais, um lugar onde se experimenta sentimentos positivos e recom-pensadores. Onde se faz amigos, onde se descobre coisas, onde se cresce e aparece.